À descoberta do solo

No dia 23 de janeiro, na nossa aula de ciências foi a vez de estudarmos o solo e as suas propriedades. Fomos então à descoberta do solo…  procurando dar resposta à questão problema formulada:

“Qual o melhor solo para o agrião?”

Para realizarmos a atividade experimental precisamos de: 2 amostras diferentes de solo; 3 copos de plástico transparente ou frascos de vidro; 3 filtros de café; balança; lupa; copo medidor e água.

Seguimos todos os passos: misturamos, em partes iguais, o solo arenoso e o argiloso, preparamos três amostras, tendo o cuidado de verificar o peso de cada uma, numeramos, e observamos com a lupa…

…tudo parecia diferente… numeramos, também, os recipientes onde colocamos o papel de filtro e a amostra dos diferentes solos.

De seguida, vertemos 10oml de água em cada um e esperamos… esperamos para verificar o nível de água em cada recipiente. E… há que registar os dados da nossa observação.

Desenhamos para registar o que aconteceu no recipiente que tinha o solo arenoso (recipiente 1), no que tinha o solo argiloso (recipiente 2) e no que tinha a mistura de arenoso com argiloso (recipiente 3). Foi interessante descobrir que o nível da água diferia nos três e ao verificarmos que o recipiente 2 era o que tinha deixado passar menos água…podemos, concluir que o solo argiloso é o melhor para o agrião porque foi o que reteve mais água.

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E assim foi mais uma aventura dos pequenos cientistas da turma B do 2º ano da escola do Espadanal.

Professora Laurinda

Boletim meteorológico!

Olá!

Somos os Pequenos Cientistas do  Jardim de Infância das Fontainhas e durante o mês de janeiro as nossas experiências foram dedicadas aos diferentes estados do tempo! 

Há dias em que está sol e calor, outros em que chove, noutros a chuva é acompanhada de frio e vento, às vezes o vento é fraco, outras vezes sopra muito forte….

Para os cientistas descreverem os estados do tempo, reúnem  informações  sobre as nuvens, a precipitação, a temperatura e o vento, entre outras… 

Com o objetivo de descrever o aspeto do céu podem usar-se descrições, símbolos ou ambos.

A cientista Ana desafiou-nos a fazer a experiência “Nuvem Chorona”, com o objetivo de percebermos como se forma a chuva. Para isso necessitamos de um frasco de vidro, espuma de barbear, copos, pipetas, corante alimentar de várias cores e água. Começamos por colocar água no frasco e adicionamos a espuma de barbear. De seguida, colocamos um pouco de água em cada copo e juntámos algumas gotas de corante alimentar. Por fim, com a pipeta “furamos” a nossa nuvem e deixámos cair uma gota de água colorida.

Foi uma experiência muito interessante e divertida!  As nossas “nuvens choronas” ficaram lindas e percebemos que quando as nuvens ficam muito carregadas de gotinhas de água começa a chover.

 

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Nas previsões do estado do tempo, faz-se referência aos valores da temperatura do ar, estes medem-se em graus Celsius (ºC), utilizando-se termómetros, diferentes temperaturas do ar provocam diferentes sensações: frio, conforto ou calor. Com o objetivo de testar a temperatura da sala, aprendemos a construir um termómetro caseiro.

Existem instrumentos que nos ajudam a prever o estado do tempo. O vira-vento indica a presença de vento e dá informação sobre a sua intensidade. O barómetro mede a pressão atmosférica. É muito interessante medir a pressão atmosférica, pois as suas diferenças fazem com que as massas de ar se movimentem e influenciem as condições climatéricas.

Como é que o barómetro funciona?!

Com o barómetro podemos registar as mudanças de pressão que ocorrem no exterior do frasco:

  • Se a pressão for maior, o ar dentro do frasco faz pressão para baixo, fazendo a palhinha subir.
  • Se a pressão for menor, o ar dentro do frasco exerce pressão sobre o balão, fazendo baixar a palhinha.

Quando os valores da pressão atomosférica são elevados, temos bom tempo. Com valores baixos, o tempo piora e pode mesmo chover!

Escola EB1/JI das Fontainhas

 

 

“O ar e a sua força”

No dia 8 de fevereiro tivemos mais uma aula de ciências onde realizamos experiências com o ar!

A primeira experiência consistiu em colocar uma régua em cima de uma mesa, deixando um terço de fora, depois pusemos uma folha grande por cima da régua e demos umas pancadinhas muito leves na parte da régua que não estava em cima da mesa.

Verificamos que a folha praticamente não se elevou . Voltamos a fazer a mesma experiência, mas desta vez com folhas mais pequenas. Verificamos que as folhas pequenas elevaram mais, porque a área da folha era menor.

Na segunda experiência usamos dois garrafões, um cheio e um vazio.

Com a ajuda de alguns materiais, como seringa, palhinha, pipeta ou conta-gotas e um tubo flexível, passamos água de um garrafão outro. Concluímos que a pipeta ou conta-gotas foi o instrumento mais fácil de usar , pois usava a pressão do ar.

Na terceira experiência pusemos água num copo e colocamos um quadrado de cartolina no topo. Viramos o copo e largamos a cartolina. Verificamos que a água não caiu. Isto aconteceu porque a pressão atmosférica exercida por baixo da cartolina é maior do que o peso da água dentro do copo.

             Na quarta experiência, a professora Luísa trouxe uma garrafa de água com alguns furos na parte de baixo e colocou água. A água manteve-se dentro da garrafa, mesmo com os furos. A água só saiu quando se tirou a tampa da garrafa.

            Com estas experiências aprendemos que o ar exerce uma força sobre a superfície dos corpos chamada pressão atmosférica e que esta se exerce em todas as direções.

            Adoramos as aulas de ciências, aprendemos sempre coisas muito interessantes.

Realizado por: Turma do 4ºA da escola EB1 de Fundo de Vila

A maçã “doente”

A professora de Ciências começou por conversar connosco sobre a aula passada, ou seja, sobre os hábitos para sermos saudáveis e a importância da higiene pessoal. Depois, colocou-nos algumas questões:

Onde podem estar os micróbios?

Na terra, no chão, na água, nos objetos contaminados, em animais e pessoas…portanto, em todo o lado.

Como infetam o nosso corpo? Como entram?

  • Inalação de partículas contaminadas, por exemplo através tosse, espirro;
  • Correntes de ar;
  • Objetos contaminados;
  • Ingestão de água e alimentos contaminados;
  • Insetos

Houve algum menino/a que esteve doente e os outros elementos da família também ficaram doentes ou outros alunos da turma?

Cada aluno teve oportunidade de contar algum episódio, relacionado com doenças contagiosas que afetaram a família ou os colegas.

Há algumas doenças que são contagiosas. Para nos protegermos desses microrganismos que podem causar doenças temos de cumprir as regras de higiene.

 

Depois, prosseguimos com a experiência:

”Como é que uma maça pode ficar doente?”

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  • 3 macãs (2 saudáveis e uma podre);
  • palito;
  • caixa de plástico com tampa;
  • caneta de acetato.

Procedimento:

  1. Identificar a maçã podre com a letra A e as outras com as letras B e C.
  2. Espetar o palito na parte podre da maçã A.
  3. Tirar o palito da mação A e espeta-lo na maçã B.
  4. Colocar as 3 maçãs na caixa, afastadas, de modo que não toquem umas nas outras.

Previsão:

Ver as fotos.

Observações:

A maçã A continuou a apodrecer, a mancha castanha tornou-se maior. A maçã B também ficou doente, com uma mancha castanha e a maçã C continuou saudável.

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Conclusão:

A maçã B ficou doente porque foi contaminada com os micróbios da maçã doente.

Tal como a maçã “doente” passou a doença para a maçã saudável, também as pessoas podem transmitir doenças umas às outras, através de partículas de tosse, espirros, partilha de objetos contaminados, ingestão de alimentos crus não lavados ou de água contaminada e comer com as mãos sujas.

 

De seguida,vimos uma apresentação sobre os símbolos de perigo presentes nos rótulos dos produtos químicos e que nos alertam para os cuidados a ter.

A professora trouxe alguns produtos que podem estar presentes no nosso dia-a-dia, estivemos atentos aos símbolos neles existentes!

No final, visualizamos um pequeno filme que retratava o assunto da aula.

Aprendemos de uma forma engraçada os cuidados que devemos ter.

Adoramos esta aula!!

 

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Conheces os símbolos de perigo e o seu significado? Sabes qual o equipamento de proteção individual que deves usar em cada situação?

Se a resposta é negativa, dá uma espreitadela no link abaixo e no vídeo.

http://www.act.gov.pt/(pt-PT)/Itens/Noticias/Documents/pictogramas_final.pdf

 

O objetivo deste vídeo é chamar a atenção para a importância da “leitura” dos  rótulos dos produtos químicos. Após uma explosiva cena de abertura, seis sequências mostram primeiro a acção incorrecta e respectivas consequências graves, e depois a ação correcta através do cumprimento das instruções de segurança.

 

 

atencao

EB 1/ JI dos Ribeiros, 1ºC

Prof.ª Sandra Leitão

No dia 1 de fevereiro tivemos aula de ciências com a professora dos “Pequenos Cientistas Sanjoanenses”. Iniciamos a aula com a realização de uma experiência para sabermos quais são os materiais condutores e os não condutores de eletricidade. Com a experiência realizada constatámos que os objetos condutores são feitos de metal ou grafite. A borracha, […]

via Condutores de eletricidade e pilhas…. — PEQUENOS CIENTISTAS SANJOANENSES

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Condutores de eletricidade e pilhas….

No dia 1 de fevereiro tivemos aula de ciências com a professora dos “Pequenos Cientistas Sanjoanenses”.

Iniciamos a aula com a realização de uma experiência para sabermos quais são os materiais condutores e os não condutores de eletricidade.

Com a experiência realizada constatámos que os objetos condutores são feitos de metal ou grafite. A borracha, o plástico, a cortiça, o vidro e o papel são materiais não condutores.

De seguida, a professora Luísa contou-nos que a primeira pilha foi construida por um fisico italiano chamado Alessandro Volta.

Continuando a aula, fizemos outra experiência chamada “Pilha Biológica”. O objetivo da experiência era descobrir se é possível construir uma pilha com limões e/ou batatas.

Com esta atividade, concluímos que as batatas e os limões fazem uma pilha simples, que cria eletricidade para colocar alguns objetos a funcionar. Gera-se energia elétrica graças à reação química entre a batata ou limão, o zinco do parafuso e o cobre do fio de cobre.

Realizado por:Turma do 4º B da Escola EB1 Fontainhas

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“Experiências de colocar os cabelos em pé…..”

Nesta aula de Ciências estivemos a fazer “Experiências com a eletricidade”.

Começamos com uma primeira atividade, onde produzimos eletricidade por fricção.

Friccionamos a caneta na nossa roupa e aproximamos dos pedacinhos de papel. Observamos que os papéis foram atraídos para a caneta.

Na segunda atividade, em vez da caneta, utilizamos um balão. Friccionamos o balão no nosso cabelo e depois aproximamo-lo de outro balão. Verificamos que os balões repeliam-se.

Aprendemos que a fricção produz eletricidade estática.

Numa terceira atividade, estivemos a fazer dois circuitos elétricos: no primeiro usamos fios e no segundo tentamos substituir os mesmos por papel de alumínio.

Deu bom resultado! A luz acendeu-se na mesma…

Para terminar e não esquecer, fizemos exercícios sobre a matéria que aprendemos.

 

Realizado por: Turma do 4ºA da EB1/JI das Fontainhas
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