Mecânica Simples: Balanças, Baloiços e Mobiles

 

Na última aula de 2017 os pequenos cientistas ficaram a saber um pouco mais sobre: balanças, baloiços e mobiles. A professora começou por falar um pouco sobre balanças, mais precisamente as balanças de dois pratos. Aprendemos que para uma balança de dois pratos ficar em equilíbrio é necessário que tenha a mesma massa em ambos os pratos.

De seguida falamos em baloiços. A professora colocou-nos a seguinte questão: ” Será possível manter um baloiço em equilíbrio colocando massas diferentes em cada braço?” Inicialmente a maioria da turma disse que não era possível. Depois fomos realizar a experiência prática que nos iria dar a resposta… Apenas foi necessário: uma borracha, uma régua e 3 lápis. Foi muito fácil… seguimos o protocolo rigorosamente e no final ficamos muito admirados com o resultado… afinal é possível mantermos um baloiço em equilíbrio colocando massas diferentes em cada braço, o que temos de fazer é variar a posição de uma das massas, ou seja, aproximar a massa superior do fulcro (ponto de apoio)  ou afastar a massa inferior do fulcro.

No final construímos um móbil, fizemos a massa, depois cortamos em formato de estrela (pois estava a aproximar-se o Natal e queríamos um formato que nos fizesse lembrar esta época), pintamos e depois de secas passamos à sua montagem, nesta parte, aplicamos os conhecimentos que adquirimos na aula de hoje…

Se ficaram curiosos vejam as fotografias 🙂

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Bolinhas de sabão resistentes!

 

Olá a todos! Somos os Pequenos Cientistas da sala 1 do Jardim de Infância das Fontainhas e no mês de dezembro fizemos uma experiência muito gira: “Bolinhas de sabão resistentes”. É verdade, as bolinhas pareciam mágicas… Para as fazermos apenas foi preciso misturar: água, detergente da loiça e glicerina. Aprendemos que a glicerina é que deu resistência às nossas bolinhas e assim podemos brincar mais tempo e conseguimos passar a bolinha de uma mão para a outra ou atirá-la para o ar e voltar a apanhar sem que ela rebentasse! Ah!! Mas temos que revelar outro segredo… tivemos de calçar umas luvas de lã… só assim funcionava a nossa experiência! Gostamos muito e divertimo-nos imenso!

No final fizemos a nossa folha de registo… decoramos uma árvore de natal com uma bolinhas coloridas.

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Mecânica Simples – Alavancas

 

Nesta aula aprendemos que as alavancas são um tipo de máquinas simples. No nosso dia-a-dia podem ajudar-nos a realizar tarefas exigentes sob o ponto de vista físico, uma vez que modificam a força aplicada,logo fazemos menos esforço.

“Dê-me uma alavanca e um ponto de apoio que levantarei o mundo” Arquimedes

São constituídas por três elementos fundamentais: fulcro (ponto de apoio), carga (ponto onde está localizada a força que se quer vencer) e potência (ponto onde se exerce o esforço).

Ficamos ainda a saber que conforme a localização destes três elementos, as alavancas podem classificar-se em: interfixas, interpotentes ou inter-resistentes.

Colocamos logo em prática o que aprendemos, foram-nos mostrados vários objetos, identificamos os elementos e classificamos o tipo de alavanca.

De seguida fizemos a experiência prática  designada “A alavanca”. O material necessário foi: pau de vassoura, saco de plástico com asas, estojos e cadeira. Começamos por colocar no saco estojos de vários alunos, colocamos o saco junto ao encosto da cadeira pendurado no pau de vassoura, o qual ficou apoiado no encosto da cadeira. Depois carregamos na extremidade do pau para levantarmos o saco. Por último  alteramos o comprimento do pau de vassoura (braço de alavanca) tentamos levantar o saco, carregando no pau de vassoura mais perto do encosto.

Concluímos que a alavanca é uma barra rígida apoiada num ponto de apoio (fulcro) que permite fazer menos força para movimentar objetos. É necessário menos força quanto maior o braço da alavanca onde se aplica a força, relativamente ao outro braço da alavanca.

Por último construímos uma catapulta, e com a ajuda desta máquina simples todos fomos experimentar lançar um objeto. Verificamos que com a catapulta o esforço físico que fazemos é menor.

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Consegues ver ou não?!

No dia 6 de dezembro, na aula dos Pequenos Cientistas Sanjoanenses, estivemos a investigar se conseguíamos ver através de todos os materiais.

Descobrimos que há materiais opacos (cartão, madeira, cartolina, folha de alumínio, espelho, folha de papel de máquina), materiais translúcidos (vidro fosco, saco de plástico não colorido, papel vegetal) e materiais transparentes (vidro, acetato não colorido, película aderente).

O nosso planeta recebe a luz de uma estrela –  o Sol, a nossa principal fonte de luz natural. É a propagação da luz que nos permite ver tudo o que nos rodeia. A luz propaga-se em linha reta.

Um material diz-se transparente se a luz o atravessar completamente e nesse caso conseguimos ver nitidamente os objetos.

Há materiais através dos quais vemos os objetos de forma pouco nítida. Estes materiais chamam-se translúcidos. Deixam passar parcialmente a luz e as trajetórias dos feixes de luz são irregulares.

A luz não se propaga através dos materiais opacos, por isso não conseguimos ver os objetos através desses materiais.

De seguida, “brincámos” com bolas de sabão que demoravam muito tempo a rebentar pois além de água e detergente, também tinham glicerina.

 

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2º ano, EB 1 do Parrinho

Professora Filipa Rosário

Brrrr… que frio!

Olá!

Somos os pequenos Cientistas do Jardim de Infância de Carquejido e durante o mês de novembro falámos sobre os animais e fizemos experiências relacionadas com esse tema.

A professora Guida começou por nos colocar uma questão: “Quando está frio estamos nas nossas casas bem quentinhos, com aquecedores, cobertores e pantufinhas e se sairmos para a rua vamos agasalhados com roupa quente, luvas e gorro. E os animais como sobrevivem ao frio?

Logo surgiram respostas:

“Os animais têm pelo.” “Escondem-se nas tocas.”  “Dormem nas grutas.”  “Alguns tem penas.”

Este foi o ponto de partida para novas descobertas!

De seguida, vimos uma apresentação com imagens de animais e conversamos sobre as estratégias que usam para sobreviver nos meses de inverno.

Quando os dias ficam mais frios, mais curtos e o alimento é escasso, alguns animais entram em hibernação, ou seja, adormecem muito profundamente. Os batimentos cardíacos e a respiração diminuem, bem como, a temperatura corporal. É difícil acordar um animal em hibernação.

Eles escolhem abrigos seguros, pois seriam incapazes de se defenderem em caso de ataque.

Animais que hibernam:

Há animais que não são verdadeiros hibernadores. Um exemplo disso são os ursos. Em vez de hibernarem, os ursos entram em torpor.

O estado de torpor é parecido com a hibernação, a principal diferença é que durante um torpor o animal é facilmente despertado. Os períodos de torpor podem ir de algumas horas a alguns dias.

Animais que entram em torpor:

Os répteis e os anfíbios também podem entrar em hibernação e nesse caso chama-se brumação.

À espécie de hibernação dos insetos dá-se o nome de diapausa.

Joaninhas

Há aves que para “fugir” ao frio voam para locais mais quentes, a essa deslocação chamamos migração.

Migração

Para além da hibernação e da migração há uma terceira estratégia de sobrevivência, a adaptação, que permite aos animais ficarem no mesmo sítio e continuarem ativos, mesmo quando está muito frio. Essas adaptações, são por exemplo alterações no seu corpo, como o desenvolvimento de gordura e pelagem especializada em conservar o calor.

 

E agora a experiência!

Material necessário:

  • Recipiente (por exemplo bacia);
  • Água;
  • Cubos de gelo;
  • Sacos de plástico;
  • Banha de porco;
  • Colher.

Procedimento:

  1. Enche a bacia com água.
  2. Adiciona o gelo.
  3. Coloca um saco de plástico numa mão e reveste-o com uma espessa camada de banha de porco.
  4. Na outra mão coloca apenas um saco de plástico.
  5. Mergulha as duas mãos na água gelada.

Resultados:

Na mão que só tinha o saco de plástico sentimos muito frio e na outra mão, que estava revestida de banha, não sentimos nada, a nossa mão continuava quentinha.

Conclusão:

A gordura ajuda a conservar o calor.

Agora percebemos como os ursos polares, as focas, as morsas e outros animais resistem ao frio. Eles possuem uma espessa camada de gordura, que os protege.

As fotos:

 

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Jardim de Infância de Carquejido

 

 

Ser ou não ser solúvel… Eis a questão!

Na tarde de 21 de novembro, os cientistas do 2ºano de Casaldelo fizeram experiências sobre a solubilidade dos materiais. Para tal foram necessários:

  • copos de transparentes;
  • colheres;
  • areia;
  • açúcar em grão;
  • açúcar em cubo;
  • sal;
  • farinha;
  • água.

Começamos por dividir a turma em grupos, de maneira a que todos pudessem participar nas experiências. Foram distribuídos os materiais necessários por cada grupo. Seguiram-se os procedimentos. Colocou-se cerca de 5g de cada substância nos copos (previamente enchidos com a mesma quantidade de água), mexeu-se bem e deixou-se repousar durante alguns minutos. Observamos todos os copos e o aspeto das substâncias neles colocados, nos casos em que se viam, claro!

Seguiu-se o preenchimento de uma tabela sobre a solubilidade. Verificamos que os açucares e o sal são solúveis (dissolvem-se na água), a farinha e a areia não são solúveis (não se dissolvem na água).

A conclusão final é que a solubilidade depende do tipo de material e que o açúcar em cubo demorou mais tempo a dissolver do que o açúcar em grão, porque no cubo de açúcar os grãos estão comprimidos.

Foi uma tarde muito agradável.

Obrigada Professora Guida com a paciência que tens connosco.

 

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A solubilidade é a quantidade de soluto que é possível dissolver numa determinada quantidade de solvente, a uma certa temperatura.

                                                                                                          2ºA Casaldelo

Professora Carla Costa

Higiene alimentar

Nas aulas de Ciências experimentais aprendemos que, para crescer saudável, temos de ter uma boa higiene alimentar.

Para isso devemos ter uma alimentação variada e equilibrada. Beber água todos os dias,  e consumir os alimentos dentro do prazo de validade e que estejam em boas condições para serem comidos. Os alimentos que se consomem crus, como a fruta e os vegetais devem ser bem lavados.

Aprendemos que os alimentos podem ser conservados de várias maneiras. Fizemos uma experiência em que colocamos pera e pão dentro de frascos e metemos num armário. Também pusemos os mesmos alimentos no frigorífico. Fomos observando, à medida que os dias iam passando, e verificamos que os alimentos que estavam no armário foram ficando mais escuros; a pera apodreceu e o pão ficou com bolor. Os alimentos que estavam no frigorífico mantiveram boas condições para serem consumidos, durante mais tempo.

resultados

                                                       Resultados

Com a professora Guida fizemos outra experiência com cenoura para descobrir se era possível conservar alimentos à temperatura ambiente. Então, colocámos umas rodelas de cenoura em vários copos. No copo 1 ficou só a cenoura, no copo 2 ficou a cenoura tapada com película aderente, no copo 3 colocámos cenoura e água, no copo 4 ficou cenoura no vinagre e no copo 5 a cenoura ficou coberta de sal.

Passados alguns dias, fomos observar o que se passava em cada copo. No primeiro copo vimos que a cenoura ficou preta e encolheu. A cenoura do copo 2 estava um pouco seca. No copo 3 a água que cobria a cenoura estava turva e via-se uma espécie de fios brancos, que a professora nos disse parecerem ser fungos filamentosos. No copo 3 a cenoura mantém-se igual. A cenoura que esteve no sal estava um bocadinho enrugada, mas conservada.

                        

                                                                     Resultados

Aprendemos que existem várias formas de conservar os alimentos. À temperatura ambiente, o vinagre pode ser usado para conservar vegetais, são os chamados picles. Quanto ao sal, é utilizado, por exemplo, para conservar bacalhau.

 

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Texto coletivo do 2º ano da EB 1 do Espadanal

Professora Idília Mota

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