Sementes Mágicas!

Olá amigos!

Somos os pequenos cientistas do 1ºA, da escola EB1 Conde Dias Garcia, e vamos contar o que aprendemos na última aula de ciências.31908373-happy-cartoon-kids-spring-activities

Tal como os animais, também as plantas são seres vivos, pois nascem, crescem, vivem, reproduzem-se e morrem. Assim, a cientista Ana começou por nos ensinar que um planta completa é constituída por raiz, caule, folha, flor e fruto. 

Para ficarmos a conhecer melhor o Reino das Plantas fomos desafiados a realizar as seguintes experiências:

Experiência nº 1:

“Conhecem alguma semente? Será que as sementes são todas iguais?”

Para encontrarmos a resposta a estas questões formamos conjuntos de sementes tendo em conta a cor, o tamanho, a forma e a textura de cada uma.

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Concluímos que:

As sementes apresentam cor, tamanho, forma e textura diferentes.

Experiência nº 2:

“De que precisam as sementes (feijões) para germinar?”

Precisámos de:

  • 4 Vasos
  • 12 Feijões
  • Água
  • Terra para jardim

Como fizemos:

  1. Colocámos a mesma quantidade de terra nos quatro vasos.
  2. Identificámos os vasos com as letras A, B, C e D.
  3. Colocámos em cada vasos 3 feijões, à mesma profundidade.
  4. Adicionámos um pouco de água nos vasos B, C e D.
  5. Colocámos os vasos A, B e C junto à janela da  nossa sala.
  6. Colocámos o vaso D num local escuro.

A nossa previsão:

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O que verificámos:

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O que concluímos:

As sementes dos vasos B, C e D  germinaram.

As sementes do vaso A não germinou por falta de água.

Para germinarem, as sementes precisam apenas de água.

Experiência nº 3:

“Será que é possível encontrar cravos azuis?”

Precisámos de:

  • 3 Cravos brancos
  • 3 Garrafas de plástico vazias
  • Água
  • 3 Corantes alimentares, de cor azul, verde e vermelho.

Como fizemos:

  1. Colocámos um pouco de água e algumas gotas de corante, com o objetivo de a água ficar muito colorida.
  2. Colocámos um cravo branco em cada uma das garrafas.

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O que verificámos:

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Concluímos que:

Dentro do caule das flores existem tubos fininhos que as ajudam a sugar a água. Quando colocamos uma flor dentro de água, esta é puxada para o interior desses tubos. À medida que a água sobe, vai puxando mais água do fundo. As nervuras das pétalas destas flores vão mudando à medida que a água chega até elas e vão ficando cada vez mais coloridas à medida que recebem mais água.

Experiência nº 4:

“Como ficarão as folhas de alho-francês se juntar açúcar à água?”

Precisámos de:

  • Algumas folhas de alho-francês
  • 2 Copos com água até meio
  • Açúcar
  • Uma colher

Como fizemos:

  1. Identificámos os copos com A e B.
  2. Juntámos 4 colheres (de sopa) de açúcar no copo A.
  3. Misturámos bem até se dissolver todo o açúcar .
  4. Colocámos duas ou três folhas de alho-francês em cada copo.
  5. No dia seguinte, provámos um pedaço das folhas que estiveram no copo A e outro pedaço das que estiveram no copo B.

A nossa previsão:

As folhas do copo A têm um sabor doce e as do copo B, amargo.

 

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O que verificámos:

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  • As folhas do alho-francês que se encontravam no copo A ficaram doces.
  • As folhas do alho-francês que se encontravam no copo B continuaram amargas.

Conclusão:

As folhas do alho-francês ficam doces se adicionarmos açúcar à água. 

 

Escola EB1 Conde Dias Garcia

Professora Isabel Abelheira

 

“Pega-monstros!!!”

Esta experiência tem como base uma reacção química de polimerização. O “pega-monstros” é um polímero de silicone que resulta da reacção entre a cola líquida e o borato de sódio.

O “pega-monstros” é um fluído que apresenta propriedades viscosas. A sua viscosidade depende da temperatura e pode ser alterada pela acção mecânica. Quando é esticado, forma fios mas, se for esticado abruptamente, pode partir-se. Em forma de bola, quando cai, salta e praticamente não sofre deformações se sofrer pancadas.

Material necessário:

  • Cola líquida
  • Água
  • Corante alimentar
  • Recipiente de plástico
  • Colher metálica
  • Solução de borato de sódio
  • Copos medidores

Como fazer:

  1.  Coloca 30 ml de cola líquida no copo.
  2.  Adiciona 20 ml de água e mexe bem.
  3.  Junta algumas gotas de corante e mexe até obter uma mistura homogénea.
  4.  Adiciona 15 ml da solução de borato de sódio e mexe muito bem.
  5.  Retira a parte sólida do copo e deita fora o excesso de líquido.

Após o “pega-monstros” estar pronto, testámos as suas capacidades!

Deixo aqui os comentários dos cientistas:

” Os “pega-monstros” são viscosos”

Inês Miranda

“A experiência de hoje foi brutal! Fizemos um “pega-monstros” e ele colou-se à minha cara! Quem me dera que fosses a minha professora para sempre!”

Bruno

“Esta aula foi altamente e inesquecível!”

Marta Ferreira

“Foi a experiência mais divertida de todas!”

Mariana Santos

” A coisa que mais gostei de fazer hoje foi o “pega-monstros”. Super pegajosos!!”

Anónimo

“Gostei muito desta experiência porque é divertida e viscosa.”

Anónimo

“Eu adorei a experiência com o  “pega-monstros”!”

Maria Santos

“Eu gostei muito desta experiência e o meu “pega-monstros” é muito fixe! Obrigada professora por seres a nossa professora de ciências.”

Carolina Silva

“Esta aula foi muito divertida!”

Anónimo

” O “pega-monstros” foi uma das coisas que eu gostei mais neste ano todo.”

Inês Sofia

“Eu adorei esta aula e espero que volte a acontecer!”

João

“O “pega-monstros” é muito divertido e pegajoso”

Anónimo

“Foi fantástico! Eu adorei!”

Helena

“Eu gostei muito da aula de hoje porque fizemos um “pega-monstros”.”

Anónimo

” Eu gostei da aula de hoje  e gostei muito do meu “pega-monstros”.”

Mafalda Rodrigues

“Foi muito divertido e engraçado!”

Joana Araújo

“Eu gostei da aula! Foi a melhor de todas!”

Anónimo

“Foi divertido! Especialmente a foto!”

Luana

“Gostei muito do “pega-monstros”! É fantástico!”

Mariana A.

“Gostei da experiência e também gostei de tocar no “pega-monstros”! Foi divertido!”

Anónimo

” Eu adorei fazer o “pega-monstros” e brincar com ele, com todos os meus amigos! Obrigado à minha professora de ciências!”

Leonardo

“Eu acho que esta atividade foi muito gira! Eu gostei muito de fazer o “pega-monstros”.”

Inês Matos

“Adorei a experiência! Foi a melhor!”

Anónimo

” Adorei fazer esta aula! Apesar de estar toda suja, diverti-me! Com o meu “pega-monstros”, os meus amigos… Enfim… Foi espetacular!”

Inês Almeida

Turma do 3ºA da Escola EB1 de Carquejido

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Final de ano letivo…

A última aula de Ciências experimentais (no âmbito do Projeto Pequenos Cientistas Sanjoanenses) dos alunos do

4º C de Ribeiros…

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As fotos:

 

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4ºC de EB1/JI de Ribeiros

Professora Fernanda Fernandes

“Apagar velas!!” e “Encher balões sem esforço!!”

Esta semana no projeto “Pequenos Cientistas Sanjoanenses” aprendemos como apagar velas e encher balões sem esforço. Aprendemos que para uma vela estar acesa precisa de oxigénio e quando fica sem esse oxigénio, ela apaga-se.

Depois realizamos outra experiência, na qual aprendemos que ao juntar bicarbonato de sódio ao vinagre acontece uma reação química que liberta um gás, o dióxido de carbono. Este gás, além de apagar a vela também enche os balões sem ser preciso soprar.

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Encher balões 01

Registo Ciências

Foi muito divertido e gostamos muito de aprender coisas novas.

Grupo A e B do Jardim de Infância dos Ribeiros

 

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Experiências sobre o som

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A aula de Ciências iniciou com a leitura do protocolo e uma conversa sobre o som, a sua origem, como se produz um som, espetro sonoro e algumas curiosidades.

Seguimos com a visualização de um vídeo sobre a audição no ser humano.

Depois, executamos algumas experiências, a primeira intitulava-se: ”Como se propaga o som?”. 

Cobrimos uma taça de vidro com película transparente e colocamos açúcar em cima, depois aproximamos duas tampas de alumínio e batemos uma contra a outra com força e o açúcar saltou! Mas, mais engraçado foi ver o açúcar a dançar, quando a professora Guida aproximou o telemóvel da película!

Concluímos que o som faz vibrar o ar provocando ondas sonoras; estas ondas atingem a película transparente  e fazem “dançar” o açúcar.

A aula continuou com a experiência:”Será que o meio tem influência na propagação do som?”, ficamos surpreendidos ao descobrir que se ouve melhor o som através de materiais sólidos do que no ar e na água.

Para finalizar testámos um objeto que a professora trouxe para “Ver a sua própria voz”, em que observamos a voz de cada um projetada na parede por um laser. Foi uma experiência única e muito divertida porque cada um de nós tinha um registo diferente.

 

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Tudo ficou registado na respetiva ficha de trabalho.

A aula terminou com um vídeo que resumia o que aprendemos. Ficamos a perceber que o som se propaga melhor nos sólidos porque as partículas estão mais juntinhas.

Espreita o vídeo e vais ver como é interessante!

 

Mais uma vez a aula de Ciências foi fantástica!

4º B, EB 1/JI de Ribeiros

Professora Sandra Leitão

 

“Experiências atraentes….”

Nesta aula falamos sobre os ímanes e da sua capacidade de atrair metais, chamada magnetismo.

Os ímanes naturais são constituídos por óxido de ferro e os ímanes artificiais são objetos constituídos por uma liga metálica que possui ferro que depois é exposto a um forte campo magnético. Podem ter as mais variadas formas, tamanhos e utilizações, desde construir bússolas, segurar objetos nas portas do frigorífico, segurar folhas em painéis metálicos, fechos de carteiras e portas, motores, aparelhos elétricos,…

Todos os ímanes possuem dois pólos onde a sua força de atração é maior: Pólo norte (N) e Pólo sul (S).

O campo magnético é o espaço em redor do íman onde se sente com mais força o efeito do magnetismo.

O íman tende a orientar-se na direção de norte-sul.

Começámos por testar que objetos eram atraídos por um íman : clipe, rolha de cortiça, moeda (0.20 €), borracha, folha de alumínio, folha de papel, prego, lápis, saco de plástico, colher.

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Verificámos que nem todos os materiais são atraídos pelo íman. Apenas materiais magnéticos como o clipe, o prego e a colher eram atraídos pelo íman.

Seguidamente verificámos se os ímanes são amigos ou inimigos?

Para isso tentámos aproximar pólos iguais e pólos diferentes de dois ímanes.

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Concluímos que os ímanes repulsam-se quando se tenta aproximar pólos iguais de dois ímanes e atraem-se quando se aproxima pólos diferentes.

Por fim, construímos uma bússola usando um íman, uma agulha de costura, um pouco de uma rolha de cortiça e um recipiente largo com água.

Imagem3

Muitas foram as descobertas e surpresas nesta aula!

O que mais me surpreendeu foi os ímanes serem amigos e inimigos. Descobri que quando são amigos atraem-se e quando são inimigos repelem-se.

Mariana Santos

 

O que me surpreendeu foi o movimento da agulha da bússola quando se aproximou o íman.

Juliana

 

Eu descobri que alguns metais não são atraídos pelo íman  porque não têm ferro, como a moeda de 0,20€.

Sofia Fernandes

 

O mais fantástico nesta aula foi construir uma bússola com uma agulha de costura.

Francisco

O que me surpreendeu  foi verificar que a agulha da bússola que construímos indicava mesmo o Norte!  Agora sei que se a agulha perder o magnetismo é sempre possível magnetizá-la. Basta passar de novo a agulha sobre o íman.

Mariana Fernandes

O que descobri foram as características do íman e a sua utilização em diferentes objetos. Descobri, por exemplo, que o fecho da minha mala funciona através de um íman.

Andreia

 

O que me surpreendeu foi observar que dois lados iguais de dois ímanes não se atraem. Pelo contrário repelem-se.

Maria

 

Eu descobri que os ímanes só atraem objetos de ferro ou que tenham ferro.

Martim

 

Eu gostei de aprender a orientar-me pela Rosa dos ventos que também está na bússola!

Ana Rosa

Eu gostei de aprender os nomes de todos os pontos cardeais da Rosa dos ventos!

Ana Pereira

Turma do 3ºA da Escola EB1 de Casaldelo

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“A Luz”

Mais uma descoberta!…

Desta vez falamos da LUZ!

Todos conhecem o Sol e ele é a principal fonte natural de luz porque é a estrela mais próxima do nosso planeta Terra. As estrelas são corpos luminosos.

Há fontes de luz artificiais como as lâmpadas e as velas acesas.

Todos os objetos que não têm luz própria são corpos iluminados ou não-luminosos.

A luz pode atravessar materiais transparentes e translúcidos mas não atravessa os materiais opacos.

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Quando a luz bate num espelho, volta para trás, refletindo-a.

Quando a luz passa do ar para a água ela muda de direção e chama-se refração.

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Foi muito engraçado observarmos, numa colher, que a parte interior é um espelho côncavo e a parte exterior é um espelho convexo, porque a nossa imagem fica ao contrário ou mais conseguimos ver uma região maior.

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Mas tudo ficou mais belo quando, com um prisma e a luz do Sol, provocámos a dispersão da luz nas suas sete cores e apareceu na parede um arco-íris perfeito e lindo!

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Turma do 3º A da Escola EB1 Condes Dias Garcia

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