O tempo que se faz sentir!

Olá Cientistas! 

No dia 8 de novembro, tivemos aula de ciências, na qual estudámos as condições meteorológicas e como os cientistas as conseguem prever.novo-apresentacao-do-microsoft-powerpoint

A professora começou a falar sobre os diferentes estados do tempo e explicou-nos que o tempo não é sempre igual ao longo do ano, nem em todos os lugares do mundo.

Há dias em que está sol e calor, outros em que chove, noutras a chuva é acompanhada de frio e vento; às vezes o vento é fraco outras vezes sopra muito forte…

Para os cientistas descreverem as condições meteorológicas reúnem informações  sobre as nuvens, a precipitação, a temperatura e o vento. Com o objetivo de descrever o aspeto do céu podem usam-se os seguintes símbolos:

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Começamos a preencher o protocolo e fizemos de conta que eramos apresentadores do boletim meteorológico.

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A seguir a professora fez um barómetro, que serve para medir a pressão atmosférica.

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Depois construímos um cata-vento, para isso foi preciso o seguinte material: um copo de plástico, um pau de espetada, um alfinete, uma palhinha, cartolina, plasticina, tesoura e agrafador.

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Concluímos o cata-vento e ficamos muito contentes com o nosso trabalho.

Turma do 2ºB de Casaldelo

Professora Salomé Dias

Sensações! (parte 2)

 

Nas aulas dos Pequenos Cientistas Sanjoanenses temos vindo a apurar os nossos sentidos, tais como a visão, o tato, o paladar e o olfato.

Nesta, sentimos o sabor de vários alimentos e aprendemos que o paladar se sente porque temos papilas gustativas na nossa língua. Dependendo do local da língua, as papilas gustativas permitem-nos sentir diferentes sabores, tais como o salgado,  o doce, o ácido e o amargo.497608250

Mas, este sentido que nos permite saborear os alimentos não atua sozinho. O paladar é o resultado de uma parceria entre o nariz e a língua. Quando comemos uma maçã as papilas gustativas reconhecem o sabor doce e, ao mesmo tempo, moléculas odoríficas voláteis viajam até ao nariz. O cérebro junta todas as informações e daí resulta o paladar, neste caso da maçã.

Já reparaste que quando estás constipado, com o nariz entupido a comida não tem o mesmo sabor? Falta o olfato para conseguires sentir o sabor.

E, já te aconteceu sentires o cheiro de um alimento que adoras e começares a salivar? É o organismo a pedir para a pessoa comer! A saliva dissolve os alimentos depois de mastigados e é também uma grande ajuda na tarefa de saborear!

Na nossa aula fechámos os olhos e sentimos o sabor de diferentes alimentos, batata frita, limão, cevada e chocolate. Após cada prova identificámos, num modelo de uma língua, o local onde estão as papilas gustativas responsáveis pelo sabor sentido.

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De seguida, foi a vez de o nariz entrar em ação, cheirámos quatro frasquinhos com cheiros diferentes: vinagre, perfume, orégãos e álcool etílico.

Adorámos esta aula e não chegámos a acordo quanto ao sabor ou cheiro favorito porque afinal “gostos não se discutem”.

 

 

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1º ano, EB 1/JI Parrinho

Professora Filipa Rosário

Onde está o ar?

Olá Cientistas!

Já alguma vez te perguntaste: “Será que tenho ar de cientista?”

Não, não é desse ar que vamos falar! Não falamos de um menino ou de uma mnovo-apresentacao-do-microsoft-powerpointenina com aspeto de cientista, mas do ar que faz com que a roupa molhada seque num dia de vento; do ar que faz com que as folhas das árvores balancem…

O ar é uma mistura de gases que ocupa todo o espaço livre. Há ar na água, nas plantas e nos animais.

O ar está em toda a parte, mas tu não o vês! Não podemos vê-lo, mas sentimo-lo, e vemos o efeito que ele tem sobre as outras coisas. Sem o ar não existiriam animais nem plantas, e a vida não seria possível. Bom, para realizar as experiências que a cientista Ana nos propôs precisamos de muito ar!

Experiência 1:

“Será que damos pela existência do ar, mesmo quando não se move?”

Materiais necessários:

  • 2 Garrafas de plástico     
  • 2 Funisnovo-apresentacao-do-microsoft-powerpoint
  • Palhinha
  • Plasticina
  • Copos com água  

Procedimento:

1.Constrói duas rolhas de plasticina para as garrafas.

2. Atravessa as duas rolhas com os funis.

3. Atravessa, também, uma das rolhas com a palhinha.

4. Deita água nos dois funis.

A nossa previsão:

A água entra mais facilmente na garrafa sem a palhinha.

 

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Conclusão:

A água entrou mais rápido na garrafa com a palhinha, pois o ar foi saindo à medida que a água entrava.

 

Experiência 2:

Será que o ar ocupa espaço?

Materiais necessários:

  • 1 Copo ou frasco de vidronovo-apresentacao-do-microsoft-powerpoint
  • Folha de papel
  • Bola 
  • Recipiente transparente 

Procedimento:

1. Enche o recipiente com água e coloca a bola no centro.

2. Coloca a folha de papel no fundo do copo e coloca-o, virado ao contrário, sobre a bola.

3. Empurra o copo até ao fundo do recipiente, sempre na vertical.

4. Retira o copo da água, sempre na vertical.

5. Repete os procedimentos 2 e 3. Quando o copo tocar no fundo do recipiente inclina-o.

A nossa previsão:

A folha de papel fica molhada.

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Registo dos resultados:

Na primeira situação, a folha de papel está seca, a água não entrou no copo.

Na segunda situação, saíram do copo bolhas de ar. A água entrou no copo e molhou o papel.

Com a realização destas experiências podemos concluir que o ar não se vê, mas apercebemos-nos de que ocupa espaço.

2ºA – Escola EB1 de Casaldelo

Professora Alexandra Fernandes

 

Sensações! (parte 1)

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No início da nossa aula de Ciências relembrámos o que aprendemos na atividade anterior, ou seja, que as cores primárias são o amarelo, azul ciano e magenta e que elas existem sem a mistura de outras cores. Aprendemos, também, que misturando duas cores primárias obtemos uma cor secundária. Assim, as cores secundárias são o laranja (amarelo e magenta), verde (azul ciano e amarelo) e violeta (azul ciano e magenta).

Depois, realizámos duas atividades: na primeira fizemos o jogo das sensações e na segunda confecionámos plasticina brilhante.

A professora Guida distribuiu vários objetos: novelo de lã, pedaço de madeira, banana e uma laranja. Todos manuseámos os objetos e descobrimos diferentes sensações: macio, rugoso, liso, frio, quente, duro e mole. Esta tarefa terminou com a colagem de autocolantes no nosso manual de Estudo do Meio.

De seguida, fizemos plasticina brilhante!

Para a confecionarmos utilizámos os seguintes ingredientes: farinha, água quente, sal, óleo alimentar, corante alimentar e purpurinas. Primeiro medimos 8 copos de farinha e deitámos numa bacia, depois adicionámos 3 copos de sal e mexemos. Juntámos 4 colheres de sopa de óleo alimentar, algumas gotas de corante alimentar e 2 copos de água bem quente. Temos de vos dizer que foi a professora a colocar a água quente, pois só os adultos o podem fazer. Por fim, amassámos, juntámos as purpurinas e voltámos a amassar. E, eis que chegou o momento pelo qual todos esperavam, o bocadinho de plasticina brilhante para brincar. A plasticina estava quentinha, era mole e macia. Guardámo-la num saco de plástico para ela se manter muito manuseável e para podermos reutilizá-la vezes sem conta e não endurecer!

No final da aula fizemos um desenho da experiência e encontrámos o caminho para a plasticina num labirinto.

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1º ano, EB 1 Fundo de Vila

Professora Laura Ferreira

As cores do outono

Olá Cientistas!

Estamos de volta para partilhar convosco mais uma magnífica experiência que realizamonovo-apresentacao-do-microsoft-powerpoints na aula de ciências.

No dia 10 de outubro, enchemos a nossa sala de aulas com as cores do outono. Levamos inúmeras folhas de árvores de várias cores, tamanhos e formas. O grande desafio que a cientista Ana nos colocou, foi descobrirmos as cores que se escondem nas folhas verdes, amarelas e vermelhas das árvores.

Após termos partido separadamente cada folha para dentro de um almofariz (um almofariz para cada cor), juntamos álcool e areia, e trituramos o melhor que conseguimos. A areia serviu para ajudar a romper as células das folhas e os pigmentos que lá estavam saíram mais facilmente.

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Desta mistura, resultou um líquido que foi filtrado para um copo. De seguida, colocamos um papel encostado ao líquido e esperamos que as cores subissem para assim podermos saber, quais as que estão em cada folha: verde, amarela e vermelha.

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Observamos, então, que as folhas verdes apesar de terem muita clorofila, por isso é que são verdes, também têm pigmentos amarelos.
As folhas amarelas têm muito caroteno, mas também ligeiros pigmentos verdes.

Por fim, as folhas vermelhas para além dos pigmentos vermelhos têm outras cores como o rosado, lilás, amarelo-torrado e ligeiros pigmentos verdes.

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No final da aula, percebemos que com a chegada do outono, as folhas das árvores de folha caduca, já não conseguem produzir a clorofila (que lhes dá a cor verde) porque elas precisam de muito sol e calor para o fazer. Assim, com dias mais curtos e menos solarengos, as plantas produzem o caroteno que dá a cor amarelada às folhas.

Foi mais uma experiência “Super”/”Mega” interessante e com grandes descobertas.

2º Ano – Escola EB1 de Carquejido 

Professora Carla Figueiredo

Efervescência de cores!

Bem-vindos Cientistas!

 

O projeto Pequenos Cientistas Sanjoanenses está de volta! 

 

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Somos os alunos do 2º ano e queremos desejar um excelente ano letivo a toda a comunidade escolar!

 

Com o início de mais um ano letivo, as aulas de ciências recomeçaram com uma experiência muito interessante e divertida!

Material necessário:pip

  • Bicarbonato de sódio
  • Corantes alimentares
  • Vinagre
  • Prato
  • Pipeta
  • Copos

Procedimento:

  1. Deitar uma camada de bicarbonato de sódio num prato.
  2. Verter um pouco de vinagre para um copo e adicionar algumas gotas de corante.
  3. Com a pipeta retirar um pouco dessa mistura e deixar cair gotinhas  sobre o bicarbonato de sódio.

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Conclusão:

Nesta experiência aprendemos que as cores primárias ou cores puras são o amarelo, azul ciano e o magenta. Elas existem sem a mistura de outras cores, ou seja, não podem se decompor em outras. São assim denominadas por serem as primeiras cores que quando unidas formam outras cores, denominadas de cores secundárias.
Assim, as cores secundárias surgem da mistura de duas primárias, enquanto, as cores terciárias correspondem à mistura de uma cor primária e outra secundária. 

A efervescência das cores resulta de uma reação química simples. Quando o vinagre se mistura com o bicarbonato de sódio, formam-se muita bolhinhas de gás (dióxido de carbono).

A professora de ciências,

                                                                                                                           Ana Fardilha

Sementes Mágicas!

Olá amigos!

Somos os pequenos cientistas do 1ºA, da escola EB1 Conde Dias Garcia, e vamos contar o que aprendemos na última aula de ciências.31908373-happy-cartoon-kids-spring-activities

Tal como os animais, também as plantas são seres vivos, pois nascem, crescem, vivem, reproduzem-se e morrem. Assim, a cientista Ana começou por nos ensinar que um planta completa é constituída por raiz, caule, folha, flor e fruto. 

Para ficarmos a conhecer melhor o Reino das Plantas fomos desafiados a realizar as seguintes experiências:

Experiência nº 1:

“Conhecem alguma semente? Será que as sementes são todas iguais?”

Para encontrarmos a resposta a estas questões formamos conjuntos de sementes tendo em conta a cor, o tamanho, a forma e a textura de cada uma.

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Concluímos que:

As sementes apresentam cor, tamanho, forma e textura diferentes.

Experiência nº 2:

“De que precisam as sementes (feijões) para germinar?”

Precisámos de:

  • 4 Vasos
  • 12 Feijões
  • Água
  • Terra para jardim

Como fizemos:

  1. Colocámos a mesma quantidade de terra nos quatro vasos.
  2. Identificámos os vasos com as letras A, B, C e D.
  3. Colocámos em cada vasos 3 feijões, à mesma profundidade.
  4. Adicionámos um pouco de água nos vasos B, C e D.
  5. Colocámos os vasos A, B e C junto à janela da  nossa sala.
  6. Colocámos o vaso D num local escuro.

A nossa previsão:

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O que verificámos:

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O que concluímos:

As sementes dos vasos B, C e D  germinaram.

As sementes do vaso A não germinou por falta de água.

Para germinarem, as sementes precisam apenas de água.

Experiência nº 3:

“Será que é possível encontrar cravos azuis?”

Precisámos de:

  • 3 Cravos brancos
  • 3 Garrafas de plástico vazias
  • Água
  • 3 Corantes alimentares, de cor azul, verde e vermelho.

Como fizemos:

  1. Colocámos um pouco de água e algumas gotas de corante, com o objetivo de a água ficar muito colorida.
  2. Colocámos um cravo branco em cada uma das garrafas.

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O que verificámos:

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Concluímos que:

Dentro do caule das flores existem tubos fininhos que as ajudam a sugar a água. Quando colocamos uma flor dentro de água, esta é puxada para o interior desses tubos. À medida que a água sobe, vai puxando mais água do fundo. As nervuras das pétalas destas flores vão mudando à medida que a água chega até elas e vão ficando cada vez mais coloridas à medida que recebem mais água.

Experiência nº 4:

“Como ficarão as folhas de alho-francês se juntar açúcar à água?”

Precisámos de:

  • Algumas folhas de alho-francês
  • 2 Copos com água até meio
  • Açúcar
  • Uma colher

Como fizemos:

  1. Identificámos os copos com A e B.
  2. Juntámos 4 colheres (de sopa) de açúcar no copo A.
  3. Misturámos bem até se dissolver todo o açúcar .
  4. Colocámos duas ou três folhas de alho-francês em cada copo.
  5. No dia seguinte, provámos um pedaço das folhas que estiveram no copo A e outro pedaço das que estiveram no copo B.

A nossa previsão:

As folhas do copo A têm um sabor doce e as do copo B, amargo.

 

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O que verificámos:

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  • As folhas do alho-francês que se encontravam no copo A ficaram doces.
  • As folhas do alho-francês que se encontravam no copo B continuaram amargas.

Conclusão:

As folhas do alho-francês ficam doces se adicionarmos açúcar à água. 

 

Escola EB1 Conde Dias Garcia

Professora Isabel Abelheira

 

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