Explosão de Cores! Flores para a Mãe!

Olá a todos! Sejam bem vindos à experiência da explosão de cores!

Nesta experiência, quisemos estudar e conhecer um pouco mais acerca das cores e como elas reagem entre si. E para isso fizemos uma cromatografia em papel. Sabem o que é? Então nós explicamos para perceberem um pouco melhor 🙂

A Cromatografia é uma técnica físico-química de separação de misturas, baseada na densidade das partículas, a sua reação a uma substância móvel (fase móvel – água) e uma fase estacionária ou fixa (papel de filtro).

Um dos primeiros processos usados foi a cromatografia em papel. As substâncias a serem separadas costumam interagir com a celulose do papel, sendo que em razão das suas diferentes constituições, uns migram com maior e outros com menor velocidade.

Se quiseres tentar fazer em casa, vais precisar de:cromat

Faz os seguintes passos:

1º – Corta o papel-filtro, no formato desejado.

2º – Faz um círculo com pontos de diferentes cores de canetas à base de água, de ponta porosa.

3º – Deixa pingar água no centro do círculo e observa o que acontece. De acordo com o tamanho do papel, deixa cair entre 3 a 5 gotas de água com a pipeta de Pasteur.

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Nós observamos que as cores começaram a espalhar-se e em alguns casos notamos a presença de mais de um pigmento na composição da tinta da caneta. A estas cores chamamos-lhe cores mistas (aquelas que são constituídas por mais do que um pigmento).

Isto acontece porque alguns pigmentos interagem mais fortemente com o solvente (estão em movimento, se espalhando pelo papel) e já outros interagem melhor com o papel (que está parado).

Por vezes algumas cores depois de separadas, voltaram-se a misturar com outras tornando os nossos filtros de café, verdadeiras explosões de cores!

Vê como nos divertimos e até à próxima experiência Cientista!

 

Os animais

A aula do dia 28 de abril, dinamizada pela professora Guida, no 1ºB da EB do Parque, envolveu um caracol!

Inicialmente começamos por visualizar um PowerPoint, com vários animais, através do qual falamos acerca da grande diversidade de animais que existe e que cada espécie possui caraterísticas próprias, como a cor, tamanho, tipo de alimentação, ambiente em que vive, tipo de revestimento do corpo, forma de locomoção e etc.

Depois das explicações preciosas da professora Guida, acerca das precauções a ter com o manuseamento da lupa e dos cuidados a ter com os bonitos exemplares da classe gastropoda conseguimos observar os caracóis que teimavam em sair da folha branca onde foram colocados para observação! Foi muito divertido e como somos muito curiosos, fizemos muitas perguntas à professora.

Aprendemos que o caracol tem uma concha (em espiral) e quando nasce já a têm, porque faz parte do seu corpo.

Pensavamos que os caracóis tinham “corninhos” mas descobrimos que têm tentáculos, pois fazem parte de um grande grupo de animais que são os moluscos. Na ponta dos tentáculos maiores estão os olhos.

Ficamos muito espantados quando descobrimos que os caracóis não gostam muito de sol e recolhem o seu pé (em forma de palmilha ventral) e a cabeça (distinta com tentáculos e olhos) e ficam recolhidos até que as condições ambientais sejam favoráveis. Assim, alimentam-se, sobretudo durante a noite, quando está mais fresco.

No verão, quando está muito calor, produzem um muco mais espesso que tapa a abertura da concha e permite que não desidratem e que fiquem colados às superfícies.

A sua reprodução também é um pouco estranha! Cada animal possui os dois órgãos reprodutores (são hermafroditas) necessitando, de igual forma, de um parceiro para que a reprodução aconteça.  Põem ovos e enterram-nos.

Este contacto direto com animais é sempre muito interessante e divertido. A nossa participação e atenção foram muito evidentes e as aprendizagens de hoje ficarão para sempre marcadas nas nossas vidas e nos farão olhar para os caracóis de uma forma mais cuidada.

É ainda importante referir, que no final da aula, estes animais simpáticos foram colocados no seu habitat natural onde puderam desfrutar de uma deliciosa refeição à base de alfaces e maçãs!!!

 

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1ºB, EB 1/JI do Parque

Professora Marisela Oliveira

 

Plantas (resultados)

Olá!

Somos os alunos do 1ºano da escola EB 1 do Parrinho, e queremos partilhar convosco o resultado da atividade sobre as plantas.

As sementes germinaram dando origem a pequenas plantinhas. Depois, sempre que necessário regámos o nosso vaso e as plantinhas foram crescendo…e, olhem como cresceram!

(Foto do vaso do Hugo)

1ºano, EB 1 Parrinho

Prof.ª Filipa Rosário

” Abracinhos elétricos!!!”

Nos dias 27 e 28 de março, a cientista Luísa veio ao jardim de infância dos Ribeiros realizar mais uma experiência com os nossos pequenos cientistas.

Desta vez descobrimos que o nosso corpo produz eletricidade estática.

E como é que descobrimos?

Friccionamos um balão no nosso cabelo e sabem o que aconteceu?

 Ao levantarmos o balão o cabelo foi atrás “ficando em pé”…foi mesmo divertido!

Depois, ainda friccionando o balão no cabelo, levantamos as asas de um borboleta e ainda apanhamos borboletas mais pequenas que ficavam como que “coladas” no nosso balão.

Por fim, pintamos a nossa folha de registo e colamos pequenas borboletas.

Realizado por: JI dos Ribeiros

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O som…..

Experiências Fantásticas !

Com a minha professora Luísa, nós e os nossos colegas, no dia 22 de março, fizemos experiências relacionadas com o som na nossa sala de aula. Começamos por falar sobre a origem dos sons, como se produz um som, como escutamos,…. Depois partimos para a experimentação!

Na primeira experiência colocamos uma taça em cima da mesa que cobrimos com película de plástico aderente. De seguida, espalhamos açúcar em cima da película e no final batemos duas tampas de panela em alumínio uma contra a outra.

Verificamos que quando as duas tampas chocam uma contra a outra ,o som faz vibrar o ar provocando ondas sonoras. Estas atingem a taça fazendo com que o açúcar salte.

Na segunda experiência usamos um despertador, um recipiente com água, um  recipiente com areia e um saco de plástico.

Começamos por colocar o despertador dentro de um saco e verificamos que com ou sem saco o som não se altera.

Depois metemos o saco com o despertador dentro do recipiente com água e depois no recipiente com areia.

Logo vimos que conseguíamos escutar sempre o despertador a tocar, mas que o som se ouvia melhor quando o despertador estava dentro do recipiente de areia.

Concluímos que a propagação do som é melhor na areia do que na água.

Com estas experiências aprendemos que o som se propaga melhor num sólido do que num líquido.

Também realizámos uma experiência final em que prendemos um garfo num fio, enrolamos o fio nos nossos dedos indicadores e encostamos os dedos aos nossos ouvidos. Depois a professora bateu com um colher no garfo. Parecia que estávamos a ouvir um sino mesmo à nossa beira!!

Concluímos que o som se propaga melhor através de um sólido do que no ar.

Adorámos as aulas de ciências, aprendemos sempre muitas coisas interessantes e divertidas!!!!

Agora só falta ver outras experiências e explorar coisas novas!!!!

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Eduardo  e  Luciana
Turma do 4ºB
Escola EB1 de Fundo de Vila

 

 

 

À descoberta das plantas

Hoje tivemos mais uma aula dos “Pequenos Cientistas” e continuámos a estudar o maravilhoso mundo das plantas. Começámos por analisar os resultados das experiências realizadas na aula anterior. Verificámos que todas as sementes que tinham água ( no recipiente com algodão e no recipiente com terra) germinaram, dando origem a novas plantas, mas umas estavam quase a morrer. Concluímos que, para germinar, as sementes necessitam apenas de água e ar, mas, para se desenvolverem as plantas, necessitam de água, ar, terra e luz. Nesta aula, aprendemos também as diferentes partes que constituem as plantas.

E como agora já sabemos tudo sobre as plantas, estamos prontos para semear e cuidar delas. Para isso, cada um de nós começou por decorar o recipiente que vai receber as sementes. Como a Páscoa está já aí, decorámos uns copinhos de plástico com umas orelhas e umas patinhas de coelho. Ficaram mesmo fofos! Depois, foi só enchê-los com terra, colocar as sementes de alpista, cobrir com mais um pouquinho de terra e regar.

Agora, só temos de ir regando as nossas sementes e aguardar que germinem, para depois continuarmos a cuidar das nossas plantas. Estamos super ansiosos!!!

 

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1º B, EB 1/JI Ribeiros

Profª Diana Leal

À descoberta do solo

No dia 23 de janeiro, na nossa aula de ciências foi a vez de estudarmos o solo e as suas propriedades. Fomos então à descoberta do solo…  procurando dar resposta à questão problema formulada:

“Qual o melhor solo para o agrião?”

Para realizarmos a atividade experimental precisamos de: 2 amostras diferentes de solo; 3 copos de plástico transparente ou frascos de vidro; 3 filtros de café; balança; lupa; copo medidor e água.

Seguimos todos os passos: misturamos, em partes iguais, o solo arenoso e o argiloso, preparamos três amostras, tendo o cuidado de verificar o peso de cada uma, numeramos, e observamos com a lupa…

…tudo parecia diferente… numeramos, também, os recipientes onde colocamos o papel de filtro e a amostra dos diferentes solos.

De seguida, vertemos 10oml de água em cada um e esperamos… esperamos para verificar o nível de água em cada recipiente. E… há que registar os dados da nossa observação.

Desenhamos para registar o que aconteceu no recipiente que tinha o solo arenoso (recipiente 1), no que tinha o solo argiloso (recipiente 2) e no que tinha a mistura de arenoso com argiloso (recipiente 3). Foi interessante descobrir que o nível da água diferia nos três e ao verificarmos que o recipiente 2 era o que tinha deixado passar menos água…podemos, concluir que o solo argiloso é o melhor para o agrião porque foi o que reteve mais água.

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E assim foi mais uma aventura dos pequenos cientistas da turma B do 2º ano da escola do Espadanal.

Professora Laurinda

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