” Abracinhos elétricos!!!”

Nos dias 27 e 28 de março, a cientista Luísa veio ao jardim de infância dos Ribeiros realizar mais uma experiência com os nossos pequenos cientistas.

Desta vez descobrimos que o nosso corpo produz eletricidade estática.

E como é que descobrimos?

Friccionamos um balão no nosso cabelo e sabem o que aconteceu?

 Ao levantarmos o balão o cabelo foi atrás “ficando em pé”…foi mesmo divertido!

Depois, ainda friccionando o balão no cabelo, levantamos as asas de um borboleta e ainda apanhamos borboletas mais pequenas que ficavam como que “coladas” no nosso balão.

Por fim, pintamos a nossa folha de registo e colamos pequenas borboletas.

Realizado por: JI dos Ribeiros

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O som…..

Experiências Fantásticas !

Com a minha professora Luísa, nós e os nossos colegas, no dia 22 de março, fizemos experiências relacionadas com o som na nossa sala de aula. Começamos por falar sobre a origem dos sons, como se produz um som, como escutamos,…. Depois partimos para a experimentação!

Na primeira experiência colocamos uma taça em cima da mesa que cobrimos com película de plástico aderente. De seguida, espalhamos açúcar em cima da película e no final batemos duas tampas de panela em alumínio uma contra a outra.

Verificamos que quando as duas tampas chocam uma contra a outra ,o som faz vibrar o ar provocando ondas sonoras. Estas atingem a taça fazendo com que o açúcar salte.

Na segunda experiência usamos um despertador, um recipiente com água, um  recipiente com areia e um saco de plástico.

Começamos por colocar o despertador dentro de um saco e verificamos que com ou sem saco o som não se altera.

Depois metemos o saco com o despertador dentro do recipiente com água e depois no recipiente com areia.

Logo vimos que conseguíamos escutar sempre o despertador a tocar, mas que o som se ouvia melhor quando o despertador estava dentro do recipiente de areia.

Concluímos que a propagação do som é melhor na areia do que na água.

Com estas experiências aprendemos que o som se propaga melhor num sólido do que num líquido.

Também realizámos uma experiência final em que prendemos um garfo num fio, enrolamos o fio nos nossos dedos indicadores e encostamos os dedos aos nossos ouvidos. Depois a professora bateu com um colher no garfo. Parecia que estávamos a ouvir um sino mesmo à nossa beira!!

Concluímos que o som se propaga melhor através de um sólido do que no ar.

Adorámos as aulas de ciências, aprendemos sempre muitas coisas interessantes e divertidas!!!!

Agora só falta ver outras experiências e explorar coisas novas!!!!

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Eduardo  e  Luciana
Turma do 4ºB
Escola EB1 de Fundo de Vila

 

 

 

À descoberta das plantas

Hoje tivemos mais uma aula dos “Pequenos Cientistas” e continuámos a estudar o maravilhoso mundo das plantas. Começámos por analisar os resultados das experiências realizadas na aula anterior. Verificámos que todas as sementes que tinham água ( no recipiente com algodão e no recipiente com terra) germinaram, dando origem a novas plantas, mas umas estavam quase a morrer. Concluímos que, para germinar, as sementes necessitam apenas de água e ar, mas, para se desenvolverem as plantas, necessitam de água, ar, terra e luz. Nesta aula, aprendemos também as diferentes partes que constituem as plantas.

E como agora já sabemos tudo sobre as plantas, estamos prontos para semear e cuidar delas. Para isso, cada um de nós começou por decorar o recipiente que vai receber as sementes. Como a Páscoa está já aí, decorámos uns copinhos de plástico com umas orelhas e umas patinhas de coelho. Ficaram mesmo fofos! Depois, foi só enchê-los com terra, colocar as sementes de alpista, cobrir com mais um pouquinho de terra e regar.

Agora, só temos de ir regando as nossas sementes e aguardar que germinem, para depois continuarmos a cuidar das nossas plantas. Estamos super ansiosos!!!

 

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1º B, EB 1/JI Ribeiros

Profª Diana Leal

À descoberta do solo

No dia 23 de janeiro, na nossa aula de ciências foi a vez de estudarmos o solo e as suas propriedades. Fomos então à descoberta do solo…  procurando dar resposta à questão problema formulada:

“Qual o melhor solo para o agrião?”

Para realizarmos a atividade experimental precisamos de: 2 amostras diferentes de solo; 3 copos de plástico transparente ou frascos de vidro; 3 filtros de café; balança; lupa; copo medidor e água.

Seguimos todos os passos: misturamos, em partes iguais, o solo arenoso e o argiloso, preparamos três amostras, tendo o cuidado de verificar o peso de cada uma, numeramos, e observamos com a lupa…

…tudo parecia diferente… numeramos, também, os recipientes onde colocamos o papel de filtro e a amostra dos diferentes solos.

De seguida, vertemos 10oml de água em cada um e esperamos… esperamos para verificar o nível de água em cada recipiente. E… há que registar os dados da nossa observação.

Desenhamos para registar o que aconteceu no recipiente que tinha o solo arenoso (recipiente 1), no que tinha o solo argiloso (recipiente 2) e no que tinha a mistura de arenoso com argiloso (recipiente 3). Foi interessante descobrir que o nível da água diferia nos três e ao verificarmos que o recipiente 2 era o que tinha deixado passar menos água…podemos, concluir que o solo argiloso é o melhor para o agrião porque foi o que reteve mais água.

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E assim foi mais uma aventura dos pequenos cientistas da turma B do 2º ano da escola do Espadanal.

Professora Laurinda

Boletim meteorológico!

Olá!

Somos os Pequenos Cientistas do  Jardim de Infância das Fontainhas e durante o mês de janeiro as nossas experiências foram dedicadas aos diferentes estados do tempo! 

Há dias em que está sol e calor, outros em que chove, noutros a chuva é acompanhada de frio e vento, às vezes o vento é fraco, outras vezes sopra muito forte….

Para os cientistas descreverem os estados do tempo, reúnem  informações  sobre as nuvens, a precipitação, a temperatura e o vento, entre outras… 

Com o objetivo de descrever o aspeto do céu podem usar-se descrições, símbolos ou ambos.

A cientista Ana desafiou-nos a fazer a experiência “Nuvem Chorona”, com o objetivo de percebermos como se forma a chuva. Para isso necessitamos de um frasco de vidro, espuma de barbear, copos, pipetas, corante alimentar de várias cores e água. Começamos por colocar água no frasco e adicionamos a espuma de barbear. De seguida, colocamos um pouco de água em cada copo e juntámos algumas gotas de corante alimentar. Por fim, com a pipeta “furamos” a nossa nuvem e deixámos cair uma gota de água colorida.

Foi uma experiência muito interessante e divertida!  As nossas “nuvens choronas” ficaram lindas e percebemos que quando as nuvens ficam muito carregadas de gotinhas de água começa a chover.

 

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Nas previsões do estado do tempo, faz-se referência aos valores da temperatura do ar, estes medem-se em graus Celsius (ºC), utilizando-se termómetros, diferentes temperaturas do ar provocam diferentes sensações: frio, conforto ou calor. Com o objetivo de testar a temperatura da sala, aprendemos a construir um termómetro caseiro.

Existem instrumentos que nos ajudam a prever o estado do tempo. O vira-vento indica a presença de vento e dá informação sobre a sua intensidade. O barómetro mede a pressão atmosférica. É muito interessante medir a pressão atmosférica, pois as suas diferenças fazem com que as massas de ar se movimentem e influenciem as condições climatéricas.

Como é que o barómetro funciona?!

Com o barómetro podemos registar as mudanças de pressão que ocorrem no exterior do frasco:

  • Se a pressão for maior, o ar dentro do frasco faz pressão para baixo, fazendo a palhinha subir.
  • Se a pressão for menor, o ar dentro do frasco exerce pressão sobre o balão, fazendo baixar a palhinha.

Quando os valores da pressão atomosférica são elevados, temos bom tempo. Com valores baixos, o tempo piora e pode mesmo chover!

Escola EB1/JI das Fontainhas

 

 

“O ar e a sua força”

No dia 8 de fevereiro tivemos mais uma aula de ciências onde realizamos experiências com o ar!

A primeira experiência consistiu em colocar uma régua em cima de uma mesa, deixando um terço de fora, depois pusemos uma folha grande por cima da régua e demos umas pancadinhas muito leves na parte da régua que não estava em cima da mesa.

Verificamos que a folha praticamente não se elevou . Voltamos a fazer a mesma experiência, mas desta vez com folhas mais pequenas. Verificamos que as folhas pequenas elevaram mais, porque a área da folha era menor.

Na segunda experiência usamos dois garrafões, um cheio e um vazio.

Com a ajuda de alguns materiais, como seringa, palhinha, pipeta ou conta-gotas e um tubo flexível, passamos água de um garrafão outro. Concluímos que a pipeta ou conta-gotas foi o instrumento mais fácil de usar , pois usava a pressão do ar.

Na terceira experiência pusemos água num copo e colocamos um quadrado de cartolina no topo. Viramos o copo e largamos a cartolina. Verificamos que a água não caiu. Isto aconteceu porque a pressão atmosférica exercida por baixo da cartolina é maior do que o peso da água dentro do copo.

             Na quarta experiência, a professora Luísa trouxe uma garrafa de água com alguns furos na parte de baixo e colocou água. A água manteve-se dentro da garrafa, mesmo com os furos. A água só saiu quando se tirou a tampa da garrafa.

            Com estas experiências aprendemos que o ar exerce uma força sobre a superfície dos corpos chamada pressão atmosférica e que esta se exerce em todas as direções.

            Adoramos as aulas de ciências, aprendemos sempre coisas muito interessantes.

Realizado por: Turma do 4ºA da escola EB1 de Fundo de Vila

A maçã “doente”

A professora de Ciências começou por conversar connosco sobre a aula passada, ou seja, sobre os hábitos para sermos saudáveis e a importância da higiene pessoal. Depois, colocou-nos algumas questões:

Onde podem estar os micróbios?

Na terra, no chão, na água, nos objetos contaminados, em animais e pessoas…portanto, em todo o lado.

Como infetam o nosso corpo? Como entram?

  • Inalação de partículas contaminadas, por exemplo através tosse, espirro;
  • Correntes de ar;
  • Objetos contaminados;
  • Ingestão de água e alimentos contaminados;
  • Insetos

Houve algum menino/a que esteve doente e os outros elementos da família também ficaram doentes ou outros alunos da turma?

Cada aluno teve oportunidade de contar algum episódio, relacionado com doenças contagiosas que afetaram a família ou os colegas.

Há algumas doenças que são contagiosas. Para nos protegermos desses microrganismos que podem causar doenças temos de cumprir as regras de higiene.

 

Depois, prosseguimos com a experiência:

”Como é que uma maça pode ficar doente?”

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  • 3 macãs (2 saudáveis e uma podre);
  • palito;
  • caixa de plástico com tampa;
  • caneta de acetato.

Procedimento:

  1. Identificar a maçã podre com a letra A e as outras com as letras B e C.
  2. Espetar o palito na parte podre da maçã A.
  3. Tirar o palito da mação A e espeta-lo na maçã B.
  4. Colocar as 3 maçãs na caixa, afastadas, de modo que não toquem umas nas outras.

Previsão:

Ver as fotos.

Observações:

A maçã A continuou a apodrecer, a mancha castanha tornou-se maior. A maçã B também ficou doente, com uma mancha castanha e a maçã C continuou saudável.

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Conclusão:

A maçã B ficou doente porque foi contaminada com os micróbios da maçã doente.

Tal como a maçã “doente” passou a doença para a maçã saudável, também as pessoas podem transmitir doenças umas às outras, através de partículas de tosse, espirros, partilha de objetos contaminados, ingestão de alimentos crus não lavados ou de água contaminada e comer com as mãos sujas.

 

De seguida,vimos uma apresentação sobre os símbolos de perigo presentes nos rótulos dos produtos químicos e que nos alertam para os cuidados a ter.

A professora trouxe alguns produtos que podem estar presentes no nosso dia-a-dia, estivemos atentos aos símbolos neles existentes!

No final, visualizamos um pequeno filme que retratava o assunto da aula.

Aprendemos de uma forma engraçada os cuidados que devemos ter.

Adoramos esta aula!!

 

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Conheces os símbolos de perigo e o seu significado? Sabes qual o equipamento de proteção individual que deves usar em cada situação?

Se a resposta é negativa, dá uma espreitadela no link abaixo e no vídeo.

http://www.act.gov.pt/(pt-PT)/Itens/Noticias/Documents/pictogramas_final.pdf

 

O objetivo deste vídeo é chamar a atenção para a importância da “leitura” dos  rótulos dos produtos químicos. Após uma explosiva cena de abertura, seis sequências mostram primeiro a acção incorrecta e respectivas consequências graves, e depois a ação correcta através do cumprimento das instruções de segurança.

 

 

atencao

EB 1/ JI dos Ribeiros, 1ºC

Prof.ª Sandra Leitão

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