“O ar e a sua força”

No dia 8 de fevereiro tivemos mais uma aula de ciências onde realizamos experiências com o ar!

A primeira experiência consistiu em colocar uma régua em cima de uma mesa, deixando um terço de fora, depois pusemos uma folha grande por cima da régua e demos umas pancadinhas muito leves na parte da régua que não estava em cima da mesa.

Verificamos que a folha praticamente não se elevou . Voltamos a fazer a mesma experiência, mas desta vez com folhas mais pequenas. Verificamos que as folhas pequenas elevaram mais, porque a área da folha era menor.

Na segunda experiência usamos dois garrafões, um cheio e um vazio.

Com a ajuda de alguns materiais, como seringa, palhinha, pipeta ou conta-gotas e um tubo flexível, passamos água de um garrafão outro. Concluímos que a pipeta ou conta-gotas foi o instrumento mais fácil de usar , pois usava a pressão do ar.

Na terceira experiência pusemos água num copo e colocamos um quadrado de cartolina no topo. Viramos o copo e largamos a cartolina. Verificamos que a água não caiu. Isto aconteceu porque a pressão atmosférica exercida por baixo da cartolina é maior do que o peso da água dentro do copo.

             Na quarta experiência, a professora Luísa trouxe uma garrafa de água com alguns furos na parte de baixo e colocou água. A água manteve-se dentro da garrafa, mesmo com os furos. A água só saiu quando se tirou a tampa da garrafa.

            Com estas experiências aprendemos que o ar exerce uma força sobre a superfície dos corpos chamada pressão atmosférica e que esta se exerce em todas as direções.

            Adoramos as aulas de ciências, aprendemos sempre coisas muito interessantes.

Realizado por: Turma do 4ºA da escola EB1 de Fundo de Vila

A maçã “doente”

A professora de Ciências começou por conversar connosco sobre a aula passada, ou seja, sobre os hábitos para sermos saudáveis e a importância da higiene pessoal. Depois, colocou-nos algumas questões:

Onde podem estar os micróbios?

Na terra, no chão, na água, nos objetos contaminados, em animais e pessoas…portanto, em todo o lado.

Como infetam o nosso corpo? Como entram?

  • Inalação de partículas contaminadas, por exemplo através tosse, espirro;
  • Correntes de ar;
  • Objetos contaminados;
  • Ingestão de água e alimentos contaminados;
  • Insetos

Houve algum menino/a que esteve doente e os outros elementos da família também ficaram doentes ou outros alunos da turma?

Cada aluno teve oportunidade de contar algum episódio, relacionado com doenças contagiosas que afetaram a família ou os colegas.

Há algumas doenças que são contagiosas. Para nos protegermos desses microrganismos que podem causar doenças temos de cumprir as regras de higiene.

 

Depois, prosseguimos com a experiência:

”Como é que uma maça pode ficar doente?”

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  • 3 macãs (2 saudáveis e uma podre);
  • palito;
  • caixa de plástico com tampa;
  • caneta de acetato.

Procedimento:

  1. Identificar a maçã podre com a letra A e as outras com as letras B e C.
  2. Espetar o palito na parte podre da maçã A.
  3. Tirar o palito da mação A e espeta-lo na maçã B.
  4. Colocar as 3 maçãs na caixa, afastadas, de modo que não toquem umas nas outras.

Previsão:

Ver as fotos.

Observações:

A maçã A continuou a apodrecer, a mancha castanha tornou-se maior. A maçã B também ficou doente, com uma mancha castanha e a maçã C continuou saudável.

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Conclusão:

A maçã B ficou doente porque foi contaminada com os micróbios da maçã doente.

Tal como a maçã “doente” passou a doença para a maçã saudável, também as pessoas podem transmitir doenças umas às outras, através de partículas de tosse, espirros, partilha de objetos contaminados, ingestão de alimentos crus não lavados ou de água contaminada e comer com as mãos sujas.

 

De seguida,vimos uma apresentação sobre os símbolos de perigo presentes nos rótulos dos produtos químicos e que nos alertam para os cuidados a ter.

A professora trouxe alguns produtos que podem estar presentes no nosso dia-a-dia, estivemos atentos aos símbolos neles existentes!

No final, visualizamos um pequeno filme que retratava o assunto da aula.

Aprendemos de uma forma engraçada os cuidados que devemos ter.

Adoramos esta aula!!

 

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Conheces os símbolos de perigo e o seu significado? Sabes qual o equipamento de proteção individual que deves usar em cada situação?

Se a resposta é negativa, dá uma espreitadela no link abaixo e no vídeo.

http://www.act.gov.pt/(pt-PT)/Itens/Noticias/Documents/pictogramas_final.pdf

 

O objetivo deste vídeo é chamar a atenção para a importância da “leitura” dos  rótulos dos produtos químicos. Após uma explosiva cena de abertura, seis sequências mostram primeiro a acção incorrecta e respectivas consequências graves, e depois a ação correcta através do cumprimento das instruções de segurança.

 

 

atencao

EB 1/ JI dos Ribeiros, 1ºC

Prof.ª Sandra Leitão

No dia 1 de fevereiro tivemos aula de ciências com a professora dos “Pequenos Cientistas Sanjoanenses”. Iniciamos a aula com a realização de uma experiência para sabermos quais são os materiais condutores e os não condutores de eletricidade. Com a experiência realizada constatámos que os objetos condutores são feitos de metal ou grafite. A borracha, […]

via Condutores de eletricidade e pilhas…. — PEQUENOS CIENTISTAS SANJOANENSES

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Condutores de eletricidade e pilhas….

No dia 1 de fevereiro tivemos aula de ciências com a professora dos “Pequenos Cientistas Sanjoanenses”.

Iniciamos a aula com a realização de uma experiência para sabermos quais são os materiais condutores e os não condutores de eletricidade.

Com a experiência realizada constatámos que os objetos condutores são feitos de metal ou grafite. A borracha, o plástico, a cortiça, o vidro e o papel são materiais não condutores.

De seguida, a professora Luísa contou-nos que a primeira pilha foi construida por um fisico italiano chamado Alessandro Volta.

Continuando a aula, fizemos outra experiência chamada “Pilha Biológica”. O objetivo da experiência era descobrir se é possível construir uma pilha com limões e/ou batatas.

Com esta atividade, concluímos que as batatas e os limões fazem uma pilha simples, que cria eletricidade para colocar alguns objetos a funcionar. Gera-se energia elétrica graças à reação química entre a batata ou limão, o zinco do parafuso e o cobre do fio de cobre.

Realizado por:Turma do 4º B da Escola EB1 Fontainhas

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“Experiências de colocar os cabelos em pé…..”

Nesta aula de Ciências estivemos a fazer “Experiências com a eletricidade”.

Começamos com uma primeira atividade, onde produzimos eletricidade por fricção.

Friccionamos a caneta na nossa roupa e aproximamos dos pedacinhos de papel. Observamos que os papéis foram atraídos para a caneta.

Na segunda atividade, em vez da caneta, utilizamos um balão. Friccionamos o balão no nosso cabelo e depois aproximamo-lo de outro balão. Verificamos que os balões repeliam-se.

Aprendemos que a fricção produz eletricidade estática.

Numa terceira atividade, estivemos a fazer dois circuitos elétricos: no primeiro usamos fios e no segundo tentamos substituir os mesmos por papel de alumínio.

Deu bom resultado! A luz acendeu-se na mesma…

Para terminar e não esquecer, fizemos exercícios sobre a matéria que aprendemos.

 

Realizado por: Turma do 4ºA da EB1/JI das Fontainhas

As plantas – A influência dos fatores abióticos

A nossa aula hoje foi dedicada ao fabuloso mundo das plantas!

Uma planta completa é constituída por raiz, caule, folha, flores e frutos. Estes seres vivos, para se desenvolverem necessitam de água, sais minerais, ar e luz do Sol.plantas
Existem diversos tipos de plantas, que podem nascer e crescer sem a ajuda do Homem – plantas espontâneas – e outras que podem ser semeadas ou plantadas pelo Homem – plantas cultivadas.
As plantas podem ser usadas para diversos fins, desde o fabrico de medicamentos, passando pela alimentação de vários seres vivos, ornamentação…

Experiência 1: “Será que as plantas da mesma espécie podem viver com níveis de humidade diferentes?”

Colocámos terra em 4 vasos iguais com uma pequena alface e identificámos os vasos com as letras A, B, C e D. O vaso A foi regado diariamente com 4 colheres de água, o vaso B com 2 colheres de água, o vaso C com 1 colher de água e o vaso D não seria regado. Esta tarefa foi repetida durante 15 dias.

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Concluímos que as plantas regadas com maior quantidade de água desenvolveram-se mais, pois a água condiciona o crescimento das plantas. As nossas previsões estavam corretas!!

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Experiência 2: “As plantas necessitam de ar para se desenvolverem?”

Mais uma vez colocámos terra em dois vasos e uma alface em cada um e identificámos com a letra A e B. Tapámos o vaso B com um pequeno saco de plástico preso ao caule, para que não saísse nem entrasse ar. Ficaram na janela 15 dias.

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O vaso A exposto ao ar cresceu normalmente, enquanto a alface do vaso B ficou com uma cor amarelada e com gotículas de água presas ao interior do plástico. Assim concluímos que as plantas precisam de ar para se desenvolverem e respirarem.

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Experiência 3: “De que forma a luminosidade condiciona o crescimento das plantas?”

Foram colocadas três couves nos respetivos vasos A, B e C num local iluminado. O vaso A ficou diretamente exposto à luz solar, o vaso B permaneceu dentro de uma caixa e o vaso C foi colocado numa caixa com uma abertura na tampa. Ficaram 15 dias na janela da sala de aula.

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Podemos concluir que a luminosidade influencia o crescimento das plantas, pois a couve do vaso A cresceu normalmente, a couve do vaso B desenvolveu-se pouco e começou a ficar com o caule e as folhas amareladas e a última couve ficou com o caule inclinado na direção da luz solar (orifício da tampa).

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Conhecer a influência dos fatores abióticos nas plantas foi um tema muito aliciante. Adorámos ser os “cuidadores” destes pequenos seres vivos ao longo de quinze dias, pois assim aprendemos, também, a conhecer e a respeitar o fascinante mundo das plantas.

2.ºA – EB1 do Espadanal

Professora Ana Vinha

As propriedades do ar!

Olá Cientistas!

A atmosfera terrestre é formada por uma massa de gases que envolve todo o planeta.balao_1

Na atmosfera, da qual faz parte o ar, distinguem-se diferentes camadas que, no seu conjunto, desempenham funções essenciais para manter a vida na terra.

O ar é uma mistura de gases. Nessa mistura o azoto é o gás mais abundante, ocupando 78%, do volume total. O oxigénio, outro gás presente no ar, ocupa 21%. Misturado com o azoto, o oxigénio torna o ar respirável.

Finalmente, o dióxido de carbono, vapor de água, o hidrogénio e diversos gases raros estão presentes em muito menor quantidade, cerca de 1%.

Na nossa aula de ciências, do dia 17 de janeiro, a cientista Ana levou-nos à descoberta das propriedades do ar, com a realização de pequenas e divertidas experiências.

Experiência 1:  “Quais são as características do ar? Tem cor, cheiro ou sabor?                                                   Tem peso? pode ser comprimido? Muda de forma?

Materiais necessários:materiais

  • Balança eletrónica
  • Balão de borracha
  • Seringa

Como fizemos:

Cor, cheiro e sabor

1.Recorremos aos nossos sentidos e verificámos se o ar tem cor, cheiro ou sabor.

Peso

2. Pesámos, na balança eletrónica, o balão de borracha vazio.
3. Enchemos o balão de ar e colocámos na balança
4. Registámos o resultado.

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Compressibilidade

5. Puxámos o êmbolo da seringa, para que o ar entrasse para o seu interior.
6. Tapámos o orifício de saída com um dedo e empurrámos o êmbolo.
7. Com o dedo a tapar o orifício e soltámos o êmbolo da seringa.
8. Observámos e registámos o resultado.

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Mudança de forma

9. Puxámos o êmbolo da seringa, para que o ar entrasse para o seu interior.
10. Adaptámos a abertura do balão de borracha ao orifício da seringa e empurrámos o êmbolo.
11. Observámos e registámos o resultado.

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Registo dos resultados:

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Concluímos que:

O ar é incolor, insípido e inodoro.  

O ar tem peso. Este é compressível e apresenta forma variável.

Experiência 2: “O que acontece ao ar quente?”

Materiais necessários:mar

  • Balão de borracha
  • Uma garrafa de plástico
  • Dois recipientes
  • Água quente
  • Água tépida
  • Cubos de gelo

Como fizemos:

1. Enchemos um recipiente com água quente e o outro com água tépida e colocámos cubos de gelo.

2. Ajustámos a abertura do balão no gargalo da garrafa.

3. Colocámos a garrafa dentro de água quente e esperámos um minuto.

4. Colocámos a garrafa dentro de água fria e esperámos um minuto.

Registo dos resultados:

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Concluímos que:

O ar aquecido fica mais leve e sobe e é por isso que enche o balão.

O ar quente é menos denso que o ar frio.

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2ºA – EB1/JI do Parque

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