O tempo que se faz sentir!

Olá Cientistas! 

No dia 8 de novembro, tivemos aula de ciências, na qual estudámos as condições meteorológicas e como os cientistas as conseguem prever.novo-apresentacao-do-microsoft-powerpoint

A professora começou a falar sobre os diferentes estados do tempo e explicou-nos que o tempo não é sempre igual ao longo do ano, nem em todos os lugares do mundo.

Há dias em que está sol e calor, outros em que chove, noutras a chuva é acompanhada de frio e vento; às vezes o vento é fraco outras vezes sopra muito forte…

Para os cientistas descreverem as condições meteorológicas reúnem informações  sobre as nuvens, a precipitação, a temperatura e o vento. Com o objetivo de descrever o aspeto do céu podem usam-se os seguintes símbolos:

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Começamos a preencher o protocolo e fizemos de conta que eramos apresentadores do boletim meteorológico.

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A seguir a professora fez um barómetro, que serve para medir a pressão atmosférica.

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Depois construímos um cata-vento, para isso foi preciso o seguinte material: um copo de plástico, um pau de espetada, um alfinete, uma palhinha, cartolina, plasticina, tesoura e agrafador.

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Concluímos o cata-vento e ficamos muito contentes com o nosso trabalho.

Turma do 2ºB de Casaldelo

Professora Salomé Dias

Onde está o ar?

Olá Cientistas!

Já alguma vez te perguntaste: “Será que tenho ar de cientista?”

Não, não é desse ar que vamos falar! Não falamos de um menino ou de uma mnovo-apresentacao-do-microsoft-powerpointenina com aspeto de cientista, mas do ar que faz com que a roupa molhada seque num dia de vento; do ar que faz com que as folhas das árvores balancem…

O ar é uma mistura de gases que ocupa todo o espaço livre. Há ar na água, nas plantas e nos animais.

O ar está em toda a parte, mas tu não o vês! Não podemos vê-lo, mas sentimo-lo, e vemos o efeito que ele tem sobre as outras coisas. Sem o ar não existiriam animais nem plantas, e a vida não seria possível. Bom, para realizar as experiências que a cientista Ana nos propôs precisamos de muito ar!

Experiência 1:

“Será que damos pela existência do ar, mesmo quando não se move?”

Materiais necessários:

  • 2 Garrafas de plástico     
  • 2 Funisnovo-apresentacao-do-microsoft-powerpoint
  • Palhinha
  • Plasticina
  • Copos com água  

Procedimento:

1.Constrói duas rolhas de plasticina para as garrafas.

2. Atravessa as duas rolhas com os funis.

3. Atravessa, também, uma das rolhas com a palhinha.

4. Deita água nos dois funis.

A nossa previsão:

A água entra mais facilmente na garrafa sem a palhinha.

 

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Conclusão:

A água entrou mais rápido na garrafa com a palhinha, pois o ar foi saindo à medida que a água entrava.

 

Experiência 2:

Será que o ar ocupa espaço?

Materiais necessários:

  • 1 Copo ou frasco de vidronovo-apresentacao-do-microsoft-powerpoint
  • Folha de papel
  • Bola 
  • Recipiente transparente 

Procedimento:

1. Enche o recipiente com água e coloca a bola no centro.

2. Coloca a folha de papel no fundo do copo e coloca-o, virado ao contrário, sobre a bola.

3. Empurra o copo até ao fundo do recipiente, sempre na vertical.

4. Retira o copo da água, sempre na vertical.

5. Repete os procedimentos 2 e 3. Quando o copo tocar no fundo do recipiente inclina-o.

A nossa previsão:

A folha de papel fica molhada.

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Registo dos resultados:

Na primeira situação, a folha de papel está seca, a água não entrou no copo.

Na segunda situação, saíram do copo bolhas de ar. A água entrou no copo e molhou o papel.

Com a realização destas experiências podemos concluir que o ar não se vê, mas apercebemos-nos de que ocupa espaço.

2ºA – Escola EB1 de Casaldelo

Professora Alexandra Fernandes

 

As cores do outono

Olá Cientistas!

Estamos de volta para partilhar convosco mais uma magnífica experiência que realizamonovo-apresentacao-do-microsoft-powerpoints na aula de ciências.

No dia 10 de outubro, enchemos a nossa sala de aulas com as cores do outono. Levamos inúmeras folhas de árvores de várias cores, tamanhos e formas. O grande desafio que a cientista Ana nos colocou, foi descobrirmos as cores que se escondem nas folhas verdes, amarelas e vermelhas das árvores.

Após termos partido separadamente cada folha para dentro de um almofariz (um almofariz para cada cor), juntamos álcool e areia, e trituramos o melhor que conseguimos. A areia serviu para ajudar a romper as células das folhas e os pigmentos que lá estavam saíram mais facilmente.

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Desta mistura, resultou um líquido que foi filtrado para um copo. De seguida, colocamos um papel encostado ao líquido e esperamos que as cores subissem para assim podermos saber, quais as que estão em cada folha: verde, amarela e vermelha.

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Observamos, então, que as folhas verdes apesar de terem muita clorofila, por isso é que são verdes, também têm pigmentos amarelos.
As folhas amarelas têm muito caroteno, mas também ligeiros pigmentos verdes.

Por fim, as folhas vermelhas para além dos pigmentos vermelhos têm outras cores como o rosado, lilás, amarelo-torrado e ligeiros pigmentos verdes.

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No final da aula, percebemos que com a chegada do outono, as folhas das árvores de folha caduca, já não conseguem produzir a clorofila (que lhes dá a cor verde) porque elas precisam de muito sol e calor para o fazer. Assim, com dias mais curtos e menos solarengos, as plantas produzem o caroteno que dá a cor amarelada às folhas.

Foi mais uma experiência “Super”/”Mega” interessante e com grandes descobertas.

2º Ano – Escola EB1 de Carquejido 

Professora Carla Figueiredo

Efervescência de cores!

Bem-vindos Cientistas!

 

O projeto Pequenos Cientistas Sanjoanenses está de volta! 

 

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Somos os alunos do 2º ano e queremos desejar um excelente ano letivo a toda a comunidade escolar!

 

Com o início de mais um ano letivo, as aulas de ciências recomeçaram com uma experiência muito interessante e divertida!

Material necessário:pip

  • Bicarbonato de sódio
  • Corantes alimentares
  • Vinagre
  • Prato
  • Pipeta
  • Copos

Procedimento:

  1. Deitar uma camada de bicarbonato de sódio num prato.
  2. Verter um pouco de vinagre para um copo e adicionar algumas gotas de corante.
  3. Com a pipeta retirar um pouco dessa mistura e deixar cair gotinhas  sobre o bicarbonato de sódio.

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Conclusão:

Nesta experiência aprendemos que as cores primárias ou cores puras são o amarelo, azul ciano e o magenta. Elas existem sem a mistura de outras cores, ou seja, não podem se decompor em outras. São assim denominadas por serem as primeiras cores que quando unidas formam outras cores, denominadas de cores secundárias.
Assim, as cores secundárias surgem da mistura de duas primárias, enquanto, as cores terciárias correspondem à mistura de uma cor primária e outra secundária. 

A efervescência das cores resulta de uma reação química simples. Quando o vinagre se mistura com o bicarbonato de sódio, formam-se muita bolhinhas de gás (dióxido de carbono).

A professora de ciências,

                                                                                                                           Ana Fardilha

“Propriedades dos materiais”

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Nesta atividade testámos as seguintes propriedades:

  • Flexibilidade – um material é flexível quando se verga, dobra ou curva facilmente, sem quebrar.
  • Resistência – um material é muito resistente quando não se deixa deformar pela ação de forças que atuam sobre ele.
  • Dureza – um material é muito duro quando não se deixa riscar facilmente por outros.
  • Solubilidade – um material é solúvel na água quando se dissolve, se depois de agitarmos bem a mistura, ele deixa de se ver.
  • Transparência – um material transparente deixa-se atravessar pela luz e também deixa ver os objetos através dele. Se um material não se deixa atravessar pela luz nem deixa ver os objetos através dele, diz-se opaco.
  • Combustibilidade – um material combustível arde quando se aproxima uma chama.

Usámos os mais diversos materiais como, sumo em pó, açucar, areia, cartolina,papel celofane, acetato, rocha, borracha, lápis, capa de caderno,madeira, esferovite, prego, papel de cozinha,….E sem mais demoras testámos todos os materiais!!!

Em baixo podes ver as nossas fotografias ……

Turma do 2º ano da escola EB1 do Parrinho

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” Ar….ar quente, sobe ou desce?” e “Quem enche primeiro o balão?”

Hoje, tivemos mais uma fantástica e divertida aula de ciências com a nossa professora de Ciências.

               O tema foi o ar.

               A primeira questão foi a de sabermos se o ar quente sobe ou desce. A professora colocou um balão no gargalo de uma garrafa de plástico e pediu a opinião de cada um de nós sobre o que estava a acontecer com o balão, quando a garrafa é colocada em água fria e em água quente. Então a professora explicou-nos através de uma experiência que quando colocamos uma garrafa de plástico num recipiente com cubos de gelo (água fria), o balão que está no gargalo da garrafa fica vazio. Fica vazio porque o ar que está no balão passa para a garrafa, pois o ar frio é mais pesado.

               Quando pusemos uma garrafa de plástico num recipiente com água quente, o balão que está no gargalo da garrafa fica cheio. Fica cheio porque o ar que está na garrafa passa para o balão, pois o ar quente é mais leve e sobe.

               A segunda questão foi sabermos quem enche primeiro o balão. A professora usou duas garrafas e colocou no seu interior um balão preso ao gargalo da garrafa. Soprou para os balões e só um encheu. Ficamos espantados! Pensávamos que era magia. Perguntamos à professora se o balão estaria furado. Então a professora trocou de balões e percebemos que o problema era afinal da garrafa. Uma das garrafas estava furada no fundo e nenhum de nós se tinha apercebido.

               Na garrafa que tinha um furo, o ar era forçado a sair por ele e a que não tinha furo o ar não saia. Então, nós concluímos que o ar existe e ocupa espaço.

 

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   Tiago Silva da turma 2ºA – EB1 dos Ribeiros

“Raspadinha”

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Com o Dia da Mãe a aproximar-se, a professora de ciências propôs mais uma ideia fabulosa à nossa turma, a elaboração de um cartão especial com uma mensagem para entregarmos às nossas queridas mães.

Depois do habitual diálogo da professora connosco sobre o tema da aula, foram distribuídos os respetivos cartões de cartolina, onde todos começamos por desenhar e escrever uma mensagem para a nossa mãe. Depois de finalizarmos o mesmo, decorando-o com lindos desenhos pintados a marcador e lápis de cor e mensagens fantásticas, forramos os cartões com papel autocolante e transparente.

De seguida, preparamos a “misteriosa” tinta de raspadinha, juntando num recipiente duas colheres de tinta guache e uma de detergente líquido, misturou-se tudo muito bem com uma colher plástica e… eis que ficou pronta! A respetiva mistura foi colocada com um pincel sobre a mensagem.

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O resultado final foi surpreendente…

Nesta atividade, pudemos misturar a arte com a ciência. Foi espectacular!

Mamãs!!! Surpresa !!!

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Imagem5Turma do 2º B da Escola Eb1 do Parque

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