Abóboras efervescentes!

Olá cientistas!

Somos os meninos e meninas do Jardim de Infância do Parque e fomos desafiados a realizar experiências assustadoras para comemorar o Dia de Halloween!

A primeira experiência que fizemos com a professora Ana, foi um Fantasma para decorar a nossa sala: usamos uma garrafa cheia de água para ajudar a fazer o corpo e um balão cheio de ar para fazer a cabeça. Depois, a professora Ana colocou um “pano que usamos para as feridas” por cima e fizemos uma “mistura mágica” com cola, farinha e água. Pusemos a mistura num borrifador e borrifamos muito bem.

O Fantasma ficou a colar durante algum tempo e quando o corpo ficou “duro” rebentamos o balão. Depois foi só colar uns olhos e uma boca “de fantasma” e pendurar no teto. Ficou muito engraçado!

Mas a aula ainda não tinha acabado…  Fizemos, também, a experiência da “Abóbora Efervescente”: usamos vingre, corante azul, detergente e purpurinas e pusemos dentro de uma abóbora do Halloween; depois juntamos água com bicarbonato de sódio e saiu muita espuma da abóbora; parecia uma explosão, como um vulcão do tempo dos dinossauros!

Terminamos com os registos da experiência da abóbora, que ficaram muito bonitos! Dá uma espreitadela… só tens de clicar! 

Rafaela     Mateus     Maria João     Margarida     Duarte

Explicação:

Há uma partícula existente no vinagre (ácido acético) que reage com o bicarbonato de sódio. Desta reacção, liberta-se um gás, o dióxido de carbono e água. O dióxido de carbono quando em contacto com o detergente origina a espuma que saiu pela abóbora.

 

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Jardim de Infância do Parque

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Cores mágicas

A professora Guida veio ao Jardim de Infância do Parrinho, realizar uma experiência sobre as “Propriedades dos materiais, absorção e dissolução”. Todas as crianças participaram na atividade com muito interesse e implicação.

As crianças contam como foi:

Começámos por colocar skittles, que são parecidos com as pintarolas, em dois pratos. Metemos água quente no centro do prato, a água chegou aos skittles e as cores começaram a sair. Foi tão giro, parecia um arco-íris!

Depois, as cores misturaram-se e ficou tudo castanho.

A seguir, pusemos palitos partidos a meio, no prato, e todos juntinhos. Colocámos umas gotinhas de água e os palitos começaram a afastar-se uns dos outros e depois formaram uma estrela.”

“ ADORAMOS AS EXPERIÊNCIAS!”
“A PROFESSORA GUIDA É MUITO FIXE! ENSINA-NOS MUITAS E MUITAS COISAS!”

 

Arcoíris de skittles!

Material:

  • Skittles
  • Água quente
  • Prato

Procedimento:

  1. Coloca os skittles em círculo, no prato.
  2. Aquece um pouco de água e verte-a no centro do prato.
  3. Espera 30 segundos e observa!

Explicação:

Os skittles são feitos e revestidos com açúcar e corantes.

A água quente dissolve os skittles e o açúcar e os corantes são arrastados para o centro do prato.

 

Estrela mágica!

Material:

  • Palitos
  • Prato
  • Pipeta
  • Água

Procedimento:

  1. Quebra os palitos ao meio mas, não totalmente, deixa que fiquem unidos numa das partes.
  2. Num prato, junta 5 palitos de forma a formar uma estrela de 5 pontas.
  3. Utilizando a pipeta coloca algumas gotas de água no centro da estrela e observa.
  4. Após alguns segundos a “magia” acontece!

Explicação:

O que observamos não é magia é ciência!

Os palitos são feitos de madeira, que está seca, e onde predominam as fibras de celulose.

A madeira caracteriza-se por absorver facilmente água (higroscopia). Quando deitamos as gotas de água no centro, os palitos absorvem a água, por capilaridade e a madeira vai inchar provocando o movimento de abertura da estrela.

 

O registo fotográfico:

 

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Jardim de Infância do Parrinho

 

 

Papel de sementes!

Olá Cientistas!

Somos os meninas e os meninos do Jardim de Infância do Parque e fomos desafiados a realizar a  experiência: “Papel de sementes!”

A professora Ana trouxe muitos jornais velhos e começámos por preparar a pasta de papel. Assim, colocámos os pedacinhos de papel numa caixa e adicionámos água tépida. Quando a mistura ficou fria triturámos com a varinha mágica.

Seguidamente, juntámos algumas gotas de corante à pasta de papel, mexemos e escorremos a água em excesso.  

Todos participámos na preparação do “papel de sementes”, com muito interesse, entusiasmo e curiosidade, misturando a pasta de papel com as sementes de relva. Depois, colocámos a mistura nos cortadores de alumínio para o nosso papel ganhar forma.

Por fim, deixámos o nosso papel de sementes a secar no parapeito da janela. 

Nesta aula de ciências aprendemos as diferentes partes que constituem uma  planta completa (raiz, caule, folhas, flores e frutos)  e as suas funções. Aprendemos, também, que uma semente precisa de água para germinar e depois é só colocá-la na terra.

 

Estás curioso?! Espreita as nossas fotografias! 🙂

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Jardim de Infância do Parque

Explosão de Cores! Flores para a Mãe!

Olá a todos! Sejam bem vindos à experiência da explosão de cores!

Nesta experiência, quisemos estudar e conhecer um pouco mais acerca das cores e como elas reagem entre si. E para isso fizemos uma cromatografia em papel. Sabem o que é? Então nós explicamos para perceberem um pouco melhor 🙂

A Cromatografia é uma técnica físico-química de separação de misturas, baseada na densidade das partículas, a sua reação a uma substância móvel (fase móvel – água) e uma fase estacionária ou fixa (papel de filtro).

Um dos primeiros processos usados foi a cromatografia em papel. As substâncias a serem separadas costumam interagir com a celulose do papel, sendo que em razão das suas diferentes constituições, uns migram com maior e outros com menor velocidade.

Se quiseres tentar fazer em casa, vais precisar de:cromat

Faz os seguintes passos:

1º – Corta o papel-filtro, no formato desejado.

2º – Faz um círculo com pontos de diferentes cores de canetas à base de água, de ponta porosa.

3º – Deixa pingar água no centro do círculo e observa o que acontece. De acordo com o tamanho do papel, deixa cair entre 3 a 5 gotas de água com a pipeta de Pasteur.

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Nós observamos que as cores começaram a espalhar-se e em alguns casos notamos a presença de mais de um pigmento na composição da tinta da caneta. A estas cores chamamos-lhe cores mistas (aquelas que são constituídas por mais do que um pigmento).

Isto acontece porque alguns pigmentos interagem mais fortemente com o solvente (estão em movimento, se espalhando pelo papel) e já outros interagem melhor com o papel (que está parado).

Por vezes algumas cores depois de separadas, voltaram-se a misturar com outras tornando os nossos filtros de café, verdadeiras explosões de cores!

Vê como nos divertimos e até à próxima experiência Cientista!

 

” Abracinhos elétricos!!!”

Nos dias 27 e 28 de março, a cientista Luísa veio ao jardim de infância dos Ribeiros realizar mais uma experiência com os nossos pequenos cientistas.

Desta vez descobrimos que o nosso corpo produz eletricidade estática.

E como é que descobrimos?

Friccionamos um balão no nosso cabelo e sabem o que aconteceu?

 Ao levantarmos o balão o cabelo foi atrás “ficando em pé”…foi mesmo divertido!

Depois, ainda friccionando o balão no cabelo, levantamos as asas de um borboleta e ainda apanhamos borboletas mais pequenas que ficavam como que “coladas” no nosso balão.

Por fim, pintamos a nossa folha de registo e colamos pequenas borboletas.

Realizado por: JI dos Ribeiros

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Boletim meteorológico!

Olá!

Somos os Pequenos Cientistas do  Jardim de Infância das Fontainhas e durante o mês de janeiro as nossas experiências foram dedicadas aos diferentes estados do tempo! 

Há dias em que está sol e calor, outros em que chove, noutros a chuva é acompanhada de frio e vento, às vezes o vento é fraco, outras vezes sopra muito forte….

Para os cientistas descreverem os estados do tempo, reúnem  informações  sobre as nuvens, a precipitação, a temperatura e o vento, entre outras… 

Com o objetivo de descrever o aspeto do céu podem usar-se descrições, símbolos ou ambos.

A cientista Ana desafiou-nos a fazer a experiência “Nuvem Chorona”, com o objetivo de percebermos como se forma a chuva. Para isso necessitamos de um frasco de vidro, espuma de barbear, copos, pipetas, corante alimentar de várias cores e água. Começamos por colocar água no frasco e adicionamos a espuma de barbear. De seguida, colocamos um pouco de água em cada copo e juntámos algumas gotas de corante alimentar. Por fim, com a pipeta “furamos” a nossa nuvem e deixámos cair uma gota de água colorida.

Foi uma experiência muito interessante e divertida!  As nossas “nuvens choronas” ficaram lindas e percebemos que quando as nuvens ficam muito carregadas de gotinhas de água começa a chover.

 

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Nas previsões do estado do tempo, faz-se referência aos valores da temperatura do ar, estes medem-se em graus Celsius (ºC), utilizando-se termómetros, diferentes temperaturas do ar provocam diferentes sensações: frio, conforto ou calor. Com o objetivo de testar a temperatura da sala, aprendemos a construir um termómetro caseiro.

Existem instrumentos que nos ajudam a prever o estado do tempo. O vira-vento indica a presença de vento e dá informação sobre a sua intensidade. O barómetro mede a pressão atmosférica. É muito interessante medir a pressão atmosférica, pois as suas diferenças fazem com que as massas de ar se movimentem e influenciem as condições climatéricas.

Como é que o barómetro funciona?!

Com o barómetro podemos registar as mudanças de pressão que ocorrem no exterior do frasco:

  • Se a pressão for maior, o ar dentro do frasco faz pressão para baixo, fazendo a palhinha subir.
  • Se a pressão for menor, o ar dentro do frasco exerce pressão sobre o balão, fazendo baixar a palhinha.

Quando os valores da pressão atomosférica são elevados, temos bom tempo. Com valores baixos, o tempo piora e pode mesmo chover!

Escola EB1/JI das Fontainhas

 

 

Como são os objetos que me rodeiam?

A aula de Ciências teve início com um diálogo sobre “de que são feitos os objetos que me rodeiam”. Primeiro, foi pedido às crianças que procurassem, na sala, brinquedos feitos de diferentes materiais.

De seguida, foram colocados sobre uma mesa, brinquedos feitos de diferentes materiais.

Depois de dialogar com as crianças sobre a sua diversidade foi proposto que arrumassem os brinquedos numa espécie de armário (caixa de cartão com várias divisões), segundo o material de que eram feitos (cartão, plástico, metal , madeira, tecido, borracha…) .

Todas as crianças participaram alegremente nesta tarefa.

De seguida, foi feito o registo gráfico, onde se pode observar que as crianças realizaram através da ação e manipulação dos brinquedos a interiorização da mensagem que se pretendia fazer passar.

 

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No final da aula foi realizada a experiência:

Fazer desaparecer esferovite!

 

Reagentes e material necessário

  • Gobelé;
  • Acetona (industrial);
  • Espuma de poliestireno (esferovite);
  • Luvas de proteção.

Procedimento experimental

  1. Deitar cerca de 100 ml de acetona no gobelé.
  2. Adicionar um bocadinho de esferovite, colocando-a dentro do líquido.
  3. Observar.

Conclusão

A esferovite também pode ser chamada de poliestireno expandido. As bolinhas de esferovite têm 98% de ar e 2% de poliestireno (um composto de carbono e hidrogénio derivado do petróleo). É um material muito leve.

Quando colocamos a esferovite em contacto com a acetona, esta “derrete” porque a acetona quebra as ligações químicas entre as moléculas e o ar sai. No fundo do gobelé fica apenas uma massa pegajosa que, passado algum tempo, fica seca e dura.

 

Registo fotográfico da atividade:

 

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As crianças adoraram esta experiência! Ficaram muito admiradas com o facto de parecer que a esferovite desaparecia. Mas, logo perceberam que no copo ficou uma massa e que o barulhinho que ouviam era o ar a sair.

JI de Conde Dias Garcia

 

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