“O ar e a sua força”

No dia 8 de fevereiro tivemos mais uma aula de ciências onde realizamos experiências com o ar!

A primeira experiência consistiu em colocar uma régua em cima de uma mesa, deixando um terço de fora, depois pusemos uma folha grande por cima da régua e demos umas pancadinhas muito leves na parte da régua que não estava em cima da mesa.

Verificamos que a folha praticamente não se elevou . Voltamos a fazer a mesma experiência, mas desta vez com folhas mais pequenas. Verificamos que as folhas pequenas elevaram mais, porque a área da folha era menor.

Na segunda experiência usamos dois garrafões, um cheio e um vazio.

Com a ajuda de alguns materiais, como seringa, palhinha, pipeta ou conta-gotas e um tubo flexível, passamos água de um garrafão outro. Concluímos que a pipeta ou conta-gotas foi o instrumento mais fácil de usar , pois usava a pressão do ar.

Na terceira experiência pusemos água num copo e colocamos um quadrado de cartolina no topo. Viramos o copo e largamos a cartolina. Verificamos que a água não caiu. Isto aconteceu porque a pressão atmosférica exercida por baixo da cartolina é maior do que o peso da água dentro do copo.

             Na quarta experiência, a professora Luísa trouxe uma garrafa de água com alguns furos na parte de baixo e colocou água. A água manteve-se dentro da garrafa, mesmo com os furos. A água só saiu quando se tirou a tampa da garrafa.

            Com estas experiências aprendemos que o ar exerce uma força sobre a superfície dos corpos chamada pressão atmosférica e que esta se exerce em todas as direções.

            Adoramos as aulas de ciências, aprendemos sempre coisas muito interessantes.

Realizado por: Turma do 4ºA da escola EB1 de Fundo de Vila

Condutores de eletricidade e pilhas….

No dia 1 de fevereiro tivemos aula de ciências com a professora dos “Pequenos Cientistas Sanjoanenses”.

Iniciamos a aula com a realização de uma experiência para sabermos quais são os materiais condutores e os não condutores de eletricidade.

Com a experiência realizada constatámos que os objetos condutores são feitos de metal ou grafite. A borracha, o plástico, a cortiça, o vidro e o papel são materiais não condutores.

De seguida, a professora Luísa contou-nos que a primeira pilha foi construida por um fisico italiano chamado Alessandro Volta.

Continuando a aula, fizemos outra experiência chamada “Pilha Biológica”. O objetivo da experiência era descobrir se é possível construir uma pilha com limões e/ou batatas.

Com esta atividade, concluímos que as batatas e os limões fazem uma pilha simples, que cria eletricidade para colocar alguns objetos a funcionar. Gera-se energia elétrica graças à reação química entre a batata ou limão, o zinco do parafuso e o cobre do fio de cobre.

Realizado por:Turma do 4º B da Escola EB1 Fontainhas

Este slideshow necessita de JavaScript.

“Experiências de colocar os cabelos em pé…..”

Nesta aula de Ciências estivemos a fazer “Experiências com a eletricidade”.

Começamos com uma primeira atividade, onde produzimos eletricidade por fricção.

Friccionamos a caneta na nossa roupa e aproximamos dos pedacinhos de papel. Observamos que os papéis foram atraídos para a caneta.

Na segunda atividade, em vez da caneta, utilizamos um balão. Friccionamos o balão no nosso cabelo e depois aproximamo-lo de outro balão. Verificamos que os balões repeliam-se.

Aprendemos que a fricção produz eletricidade estática.

Numa terceira atividade, estivemos a fazer dois circuitos elétricos: no primeiro usamos fios e no segundo tentamos substituir os mesmos por papel de alumínio.

Deu bom resultado! A luz acendeu-se na mesma…

Para terminar e não esquecer, fizemos exercícios sobre a matéria que aprendemos.

 

Realizado por: Turma do 4ºA da EB1/JI das Fontainhas

Experimentando com água…..

A água, de acordo com alterações da temperatura e/ou pressão do meio, pode mudar de estado físico. Cada mudança do estado da água tem uma designação.passsagem-estado-fisicos-da-agua

Na natureza, a água está em permanente movimento. Por ação do sol, a temperatura sofre alterações, e a água vai continuamente mudando de estado físico. Passa, na forma de vapor, dos rios, mares e lagos para a atmosfera, e daqui, retorna no estado líquido ou sólido , para a superfície da terra. Ao percurso da água dá-se o nome de ciclo da água.

ciclo-de-agua

A água na superfície do nosso planeta encontra-se à superfície (nos mares , rios , lagos, etc. ), no subsolo e na atmosfera. A água subterrânea  tem origem na água da chuva que se infiltra nas camadas permeáveis do solo e acumula-se nas zonas mais profundas sobre uma camada impermeável  formando um lençol de água. Os lençóis de água, por sua vez, podem fornecer nascentes  naturais ou fontes e /ou ser extraída pelo homem através de poços, furos ou minas.

Na primeira parte da nossa aula realizámos uma experiência em que simulámos a formação de um lençol de água.  Num recipiente transparente com uma camada de  barro no fundo mais larga de um lado do que de outro colocou-se uma camada de terra e uma de areia. De seguida vertemos água  sobre a areia.

Verificámos que a água atravessou a terra (camada permeável), deslizou para a zona mais profunda e acumulou-se em cima do barro (camada impermeável).

Concluímos que na experiência  a água teve o mesmo comportamento que na natureza aquando da formação dos lençóis de água ou lençóis freáticos.

Desde sempre o homem procurou viver perto da água, porque percebeu, como ela é indispensável à vida. Por isso, aprendeu a conduzi-la até suas casas através de tubos que comunicam entre si. Este tipo de transporte baseia-se no princípio dos vasos comunicantes. Este diz que quando um líquido é colocado em recipientes que comunicam entre si, desloca-se de um lado para o outro até ficar ao mesmo nível nos dois.

Na segunda parte da aula realizámos duas experiências que permitiram compreender este princípio. Na primeira verificamos como se movimentava a água em duas garrafas do mesmo tamanho , ligadas entre si por um tubo. Na segunda experiência com a ajuda de um garrafão e de um tubo fizemos um repuxo.

Da primeira experiência concluímos que em vasos que comunicam entre si, o nível de líquido fica igual.

Na segunda experiência concluímos que o tamanho do repuxo depende da altura a que está a mangueira, ou seja, quanto mais baixa estiver a mangueira maior será o repuxo.

Mais um dia “cientificabulasto” sobre a formação de lençóis de água subterrâneos  e o princípio dos vasos comunicantes que, com tanta água que foi usada, nos fez lembrar uma música de Beatriz Costa. Aqui deixamos uma parte da letra:

Água fria, da ribeira,
Água fria que o sol aqueceu,
Ver a aldeia, traz a ideia,
Roupa branca que a gente estendeu.

Sete fronhas, um lençol,
Três camisas do enxoval,
Que a freguesa deu ao rol.

Realizado por: Turma 4º C da Escola EB1 do Espadanal

É Natal ! Que cheirinho bom!! Bolachinhas….

No dia 28 de novembro, na aula de ciência, tivemos a oportunidade de participar numa atividade dinamizada pela professora Luísa, chamada “Bolachas de Natal”, onde pudemos aprender como é que estas podem ser confecionadas.

imagem1-600-x-497

A professora trouxe todos os ingredientes necessários para confecionar as bolachas.

Estas foram feitas com duas formas diferentes: uma tinha a forma de estrela com sabor a baunilha e a outra de pinheiro com sabor a canela. Estas formas foram escolhidas por se tratarem de figuras alusivas à época festiva que se aproxima.

Foi uma experiência muito criativa e todos pudemos saborear e apreciar estas deliciosas bolachinhas de natal.

Os alunos do 4º B agradecem o miminho!

Realizado por: Turma 4º B da escola EB1 do espadanal

Este slideshow necessita de JavaScript.

 

Indicador de PH caseiro

Como sempre acontece, as aulas de ciências experimentais despertam-nos a curiosidade e o gosto pela descoberta.

A nossa última aula, realizada no dia 10 de novembro, não foi exceção. Aprendemos que os químicos classificam as substâncias de acordo com as suas propriedades. Uma das classificações possíveis consiste em agrupar as substâncias em ácidas, básicas e neutras, sendo para isso necessário saber o seu pH, o qual se representa por um número de 1 a 14.

escala-ph

Na aula realizámos a atividade, “Couve roxa – indicador de pH caseiro”. Utilizámos a couve roxa, como indicador ácido/base, pois ela muda de cor quando é misturada com outras substâncias. Como reagentes usámos: água da torneira, coca-cola, vinagre, laranja (sumo), detergente da roupa, pasta de dentes, leite, limão (sumo) e limpa-vidros. 

Seguimos o procedimento experimental, sempre com a preciosa ajuda da professora Luísa, e no final pudemos concluir que: a coca-cola, o vinagre, o limão e a laranja pertencem ao grupo das substâncias ácidas; o leite e a água ao grupo das substâncias neutras; a pasta de dentes, o detergente da roupa e o limpa-vidros ao grupo das substâncias básicas.

Esta experiência foi concluída… ansiosos, ficámos à espera da próxima.

Realizado por. Turma do 4º A da Escola EB1 do Espadanal

Este slideshow necessita de JavaScript.

 

Incêndios – Como prevenir…

O tema da nossa aula experimental foi a prevenção de incêndios e conversamos sobre as formas de prevenir e agir em caso de incêndios em casa, na escola ou na floresta.

Aprendemos o que é a combustão, os materiais que a provocam (combustíveis) e o que a torna possível (comburente).

Na experiência 1, colocámos três velas acesas em cima de um tabuleiro e tapamos duas delas com frascos de tamanhos diferentes. Concluímos que as velas apagam-se quando se consome o oxigénio do ar que existe no interior dos frascos.

Na experiência 2, juntamos numa garrafa bicarbonato de sódio e vinagre e aproximámos da chama de uma vela. Rapidamente verificámos que esta se apagava. O gás que se formou no interior da garrafa era dióxido de carbono e ao aproximar da chama apagou-a, porque o oxigénio deixou de estar disponível para manter acesa a chama.

Na experiência 3, juntámos em um frasco bicarbonato de sódio e vinagre que formou dióxido de carbono e num outro frasco misturamos água oxigenada com lixívia que formou oxigénio. Quando colocámos uma vela acesa no primeiro frasco ela apagou-se, ficando apenas o pavio incandescente e ao passar para o segundo recipiente a chama reacendeu. Concluímos que para existir combustão é necessário haver oxigénio e materiais combustíveis.

Gostamos muito desta atividade porque através dela percebemos o que é necessário para haver chama e como apaga-la.

Realizado por: Turma 4º ano da Escola EB1 de Conde Dias Garcia
%d bloggers like this: