Descobre o criminoso (a)!!!

Nesta aula testámos a nossa perícia de detetives!!

Primeiro com ajuda das imagens e do próprio texto preenchemos os espaços vazios da nossa história.

Depois conhecemos as suspeitas do crime.

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Analisámos todas as provas deixadas no local do crime, uma a uma, com muito cuidado!

Concluímos que a criminosa era uma das irmãs da vitima.

Por fim, levantámos a nossa impressão digital de um vidro com a ajuda de pó de talco, pincel e fita-cola. Colocámos num papel com fundo escuro. Ao lado, colocámos a nossa impressão com tinta.

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Foi muito divertido!!

Aqui em baixo deixámos algumas das nossas fotografias!

Turma do 4ªA da Escola EB1 dos Ribeiros

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“Chuva ácida” e “Etar”

O meio ambiente é constituído por tudo o que nos rodeia.

Ao longo dos anos, o Homem evoluiu tecnicamente para melhorar as condições de vida, mas não obedecendo às Leis da Natureza, está cada vez mais a poluir o nosso Planeta.

Nesta aula falámos sobre os diversos tipo de poluição e o que poderíamos fazer para melhorar o nosso meio ambiente.

Na primeira experiência “Chuvas ácidas” analisámos o efeitos da poluição do ar  sobres as nossas plantas. Para isso, plantámos 3 pés de alface em 3 vasos e regámos com diferentes soluções durante 15 dias.

O primeiro vaso regámos apenas com água destilada. O segundo com uma solução de 0,75ml de água destilada e 0,25ml de vinagre. O terceiro com uma solução 0,50ml de água destilada e 0,50ml de vinagre.

No início estavam assim:

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No final ……

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Verificámos que as plantas regadas com as soluções ácidas morreram e concluímos que quanto maior for a acidez maior o efeito prejudicial nas plantas.

Na segunda experiência analisámos o funcionamento de uma ETAR.

Para isso, montámos um sistema de filtragem usando uma garrafa cortada, algodão, carvão, areia e gravilha. Por baixo colocámos um copo.

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Vertermos em cima a “água poluída” (mistura de água, terra, óleo e farinha) e abrimos a tampa da garrafa. esperámos um pouco e começou a sair água para o copo.

A água não saiu completamente transparente, mas verifcámos que tinha perdido a terra, o óleo e grande parte da farinha.

Rapidamente percebemos o que acontece numa Etar e a sua importância.

Realizado por: Turma 4º B da Escola EB1 do Parque

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Reciclagem de papel…sementes…mistura…deixa secar…e …Planta com carinho!!!!!

Olá amigos Cientistas Sanjoanenses:

 Somos a turma do 4ºano da EB1/JI do Parrinho e hoje vamos contar-vos uma das muitas experiências que fizemos com a ajuda da nossa professora das ciências, a professora Luísa.

Depois de termos falado sobre o meio ambiente, a evolução do homem para melhorar as suas condições de vida e o que isso tem vindo a fazer ao nosso planeta, decidimos fazer esta experiência, com o intuito de descobrir se ela poderia ser uma forma o tornar melhor.

Reunimos assim diversos materiais necessários:

Papel

Balde

Água

Varina mágica

Corantes

Bacia

Escorredor

Formas diferentes

Sementes

De seguida seguimos os seguintes passos:

1.º Rasgamos bastante papel em pedaços e colocamos dentro de um balde;

2.º Colocamos água e deixamos um pouco de molho;

3.º Utilizamos a varinha mágica para moer o papel;

4.º Retiramos um pouco para um escorredor para retirar a água em excesso;

5.º Adicionamos corante ao nosso gosto e mexemos muito bem;

6.º Adicionamos sementes;

7.º Por último, escolhemos a forma que mais gostamos, moldamos e deixamos secar.

A professora Luísa também nos ensinou que podemos colocar sementes debaixo de uma pequena camada de terra, regar e esperar uns dias para as vermos germinar e que uma linda planta irá aparecer!

E foi o que fizemos! Agora na nossa sala tempos sementes de coentros que vamos tratar com muito amor e carinho!

Com esta experiência conseguimos assim provar que através da reciclagem e com um pouco de jardinagem o mundo podemos ajudar, tornando-o melhor e mais bonito!

            VAMOS ENTÃO EXPERIMENTAR E O MUNDO AJUDAR! 😉

Realizado por: Turma 4ºA da Escola EB1 do Parrinho

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Experiências com som II

No passado dia 27 de abril a nossa professora de Ciências trouxe-nos mais experiências fantásticas, ainda relacionadas com o som, tema este já trabalhado em aulas anteriores.

A primeira experiência, ” Sirene Rotativa”, consistiu em fazer girar uma régua atada a um fio por um orifício, o que provocou um ruído, que era mais intenso, quanto mais rápido era a velocidade em que se girava. 

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Na experiência seguinte, ” Guitarra com elásticos”, colocamos, numa caixa, diferentes elásticos por ordem de espessura. De seguida, puxamo-los um de cada vez, provocando um som. Verificamos que se colocássemos um lápis em cada uma das extremidades da caixa, por debaixo dos elásticos e voltássemos a puxar, o som já era diferente. Concluímos que quanto mais esticados estiverem os elásticos, mais rápido vibram, produzindo notas mais altas.

 

Na terceira experiência, ” Kazoo de palhinha”, achatamos pontas de  palhinhas, cortamos as extremidades em bico e sopramos, fazendo-as vibrar. Produziu-se um som, que dependia do tamanho da palhinha. Assim, obtivemos vários sons, uns mais agudos, outros mais graves.

 

Por fim, realizamos a quarta experiência, ” Bee Hummer”, necessitando de vários materiais: elásticos, cartões, fio, espátulas de madeira, fita-cola e espuma.

Prendemos o cartão à espátula, com fita-cola. De seguida, cortamos duas tiras de espuma e prendemos a cada uma das extremidades da espátula, onde amarramos um fio a uma delas. Colocamos o elástico ao longo do comprimento da espátula, por cima da espuma. Finalmente agarramos o fio e rodamos, ao que se produziu um som, parecido com o zumbido de uma abelha, provocado pela vibração do elástico.

 

Adorámos fazer estas experiências, pois permitiu-nos saber mais sobre a produção de sons!

Realizado por: Turma 4ºA da Escola EB1 do Parque

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O som…..

Experiências Fantásticas !

Com a minha professora Luísa, nós e os nossos colegas, no dia 22 de março, fizemos experiências relacionadas com o som na nossa sala de aula. Começamos por falar sobre a origem dos sons, como se produz um som, como escutamos,…. Depois partimos para a experimentação!

Na primeira experiência colocamos uma taça em cima da mesa que cobrimos com película de plástico aderente. De seguida, espalhamos açúcar em cima da película e no final batemos duas tampas de panela em alumínio uma contra a outra.

Verificamos que quando as duas tampas chocam uma contra a outra ,o som faz vibrar o ar provocando ondas sonoras. Estas atingem a taça fazendo com que o açúcar salte.

Na segunda experiência usamos um despertador, um recipiente com água, um  recipiente com areia e um saco de plástico.

Começamos por colocar o despertador dentro de um saco e verificamos que com ou sem saco o som não se altera.

Depois metemos o saco com o despertador dentro do recipiente com água e depois no recipiente com areia.

Logo vimos que conseguíamos escutar sempre o despertador a tocar, mas que o som se ouvia melhor quando o despertador estava dentro do recipiente de areia.

Concluímos que a propagação do som é melhor na areia do que na água.

Com estas experiências aprendemos que o som se propaga melhor num sólido do que num líquido.

Também realizámos uma experiência final em que prendemos um garfo num fio, enrolamos o fio nos nossos dedos indicadores e encostamos os dedos aos nossos ouvidos. Depois a professora bateu com um colher no garfo. Parecia que estávamos a ouvir um sino mesmo à nossa beira!!

Concluímos que o som se propaga melhor através de um sólido do que no ar.

Adorámos as aulas de ciências, aprendemos sempre muitas coisas interessantes e divertidas!!!!

Agora só falta ver outras experiências e explorar coisas novas!!!!

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Eduardo  e  Luciana
Turma do 4ºB
Escola EB1 de Fundo de Vila

 

 

 

“O ar e a sua força”

No dia 8 de fevereiro tivemos mais uma aula de ciências onde realizamos experiências com o ar!

A primeira experiência consistiu em colocar uma régua em cima de uma mesa, deixando um terço de fora, depois pusemos uma folha grande por cima da régua e demos umas pancadinhas muito leves na parte da régua que não estava em cima da mesa.

Verificamos que a folha praticamente não se elevou . Voltamos a fazer a mesma experiência, mas desta vez com folhas mais pequenas. Verificamos que as folhas pequenas elevaram mais, porque a área da folha era menor.

Na segunda experiência usamos dois garrafões, um cheio e um vazio.

Com a ajuda de alguns materiais, como seringa, palhinha, pipeta ou conta-gotas e um tubo flexível, passamos água de um garrafão outro. Concluímos que a pipeta ou conta-gotas foi o instrumento mais fácil de usar , pois usava a pressão do ar.

Na terceira experiência pusemos água num copo e colocamos um quadrado de cartolina no topo. Viramos o copo e largamos a cartolina. Verificamos que a água não caiu. Isto aconteceu porque a pressão atmosférica exercida por baixo da cartolina é maior do que o peso da água dentro do copo.

             Na quarta experiência, a professora Luísa trouxe uma garrafa de água com alguns furos na parte de baixo e colocou água. A água manteve-se dentro da garrafa, mesmo com os furos. A água só saiu quando se tirou a tampa da garrafa.

            Com estas experiências aprendemos que o ar exerce uma força sobre a superfície dos corpos chamada pressão atmosférica e que esta se exerce em todas as direções.

            Adoramos as aulas de ciências, aprendemos sempre coisas muito interessantes.

Realizado por: Turma do 4ºA da escola EB1 de Fundo de Vila

Condutores de eletricidade e pilhas….

No dia 1 de fevereiro tivemos aula de ciências com a professora dos “Pequenos Cientistas Sanjoanenses”.

Iniciamos a aula com a realização de uma experiência para sabermos quais são os materiais condutores e os não condutores de eletricidade.

Com a experiência realizada constatámos que os objetos condutores são feitos de metal ou grafite. A borracha, o plástico, a cortiça, o vidro e o papel são materiais não condutores.

De seguida, a professora Luísa contou-nos que a primeira pilha foi construida por um fisico italiano chamado Alessandro Volta.

Continuando a aula, fizemos outra experiência chamada “Pilha Biológica”. O objetivo da experiência era descobrir se é possível construir uma pilha com limões e/ou batatas.

Com esta atividade, concluímos que as batatas e os limões fazem uma pilha simples, que cria eletricidade para colocar alguns objetos a funcionar. Gera-se energia elétrica graças à reação química entre a batata ou limão, o zinco do parafuso e o cobre do fio de cobre.

Realizado por:Turma do 4º B da Escola EB1 Fontainhas

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