Experimentando com água…..

A água, de acordo com alterações da temperatura e/ou pressão do meio, pode mudar de estado físico. Cada mudança do estado da água tem uma designação.passsagem-estado-fisicos-da-agua

Na natureza, a água está em permanente movimento. Por ação do sol, a temperatura sofre alterações, e a água vai continuamente mudando de estado físico. Passa, na forma de vapor, dos rios, mares e lagos para a atmosfera, e daqui, retorna no estado líquido ou sólido , para a superfície da terra. Ao percurso da água dá-se o nome de ciclo da água.

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A água na superfície do nosso planeta encontra-se à superfície (nos mares , rios , lagos, etc. ), no subsolo e na atmosfera. A água subterrânea  tem origem na água da chuva que se infiltra nas camadas permeáveis do solo e acumula-se nas zonas mais profundas sobre uma camada impermeável  formando um lençol de água. Os lençóis de água, por sua vez, podem fornecer nascentes  naturais ou fontes e /ou ser extraída pelo homem através de poços, furos ou minas.

Na primeira parte da nossa aula realizámos uma experiência em que simulámos a formação de um lençol de água.  Num recipiente transparente com uma camada de  barro no fundo mais larga de um lado do que de outro colocou-se uma camada de terra e uma de areia. De seguida vertemos água  sobre a areia.

Verificámos que a água atravessou a terra (camada permeável), deslizou para a zona mais profunda e acumulou-se em cima do barro (camada impermeável).

Concluímos que na experiência  a água teve o mesmo comportamento que na natureza aquando da formação dos lençóis de água ou lençóis freáticos.

Desde sempre o homem procurou viver perto da água, porque percebeu, como ela é indispensável à vida. Por isso, aprendeu a conduzi-la até suas casas através de tubos que comunicam entre si. Este tipo de transporte baseia-se no princípio dos vasos comunicantes. Este diz que quando um líquido é colocado em recipientes que comunicam entre si, desloca-se de um lado para o outro até ficar ao mesmo nível nos dois.

Na segunda parte da aula realizámos duas experiências que permitiram compreender este princípio. Na primeira verificamos como se movimentava a água em duas garrafas do mesmo tamanho , ligadas entre si por um tubo. Na segunda experiência com a ajuda de um garrafão e de um tubo fizemos um repuxo.

Da primeira experiência concluímos que em vasos que comunicam entre si, o nível de líquido fica igual.

Na segunda experiência concluímos que o tamanho do repuxo depende da altura a que está a mangueira, ou seja, quanto mais baixa estiver a mangueira maior será o repuxo.

Mais um dia “cientificabulasto” sobre a formação de lençóis de água subterrâneos  e o princípio dos vasos comunicantes que, com tanta água que foi usada, nos fez lembrar uma música de Beatriz Costa. Aqui deixamos uma parte da letra:

Água fria, da ribeira,
Água fria que o sol aqueceu,
Ver a aldeia, traz a ideia,
Roupa branca que a gente estendeu.

Sete fronhas, um lençol,
Três camisas do enxoval,
Que a freguesa deu ao rol.

Realizado por: Turma 4º C da Escola EB1 do Espadanal

É Natal ! Que cheirinho bom!! Bolachinhas….

No dia 28 de novembro, na aula de ciência, tivemos a oportunidade de participar numa atividade dinamizada pela professora Luísa, chamada “Bolachas de Natal”, onde pudemos aprender como é que estas podem ser confecionadas.

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A professora trouxe todos os ingredientes necessários para confecionar as bolachas.

Estas foram feitas com duas formas diferentes: uma tinha a forma de estrela com sabor a baunilha e a outra de pinheiro com sabor a canela. Estas formas foram escolhidas por se tratarem de figuras alusivas à época festiva que se aproxima.

Foi uma experiência muito criativa e todos pudemos saborear e apreciar estas deliciosas bolachinhas de natal.

Os alunos do 4º B agradecem o miminho!

Realizado por: Turma 4º B da escola EB1 do espadanal

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Indicador de PH caseiro

Como sempre acontece, as aulas de ciências experimentais despertam-nos a curiosidade e o gosto pela descoberta.

A nossa última aula, realizada no dia 10 de novembro, não foi exceção. Aprendemos que os químicos classificam as substâncias de acordo com as suas propriedades. Uma das classificações possíveis consiste em agrupar as substâncias em ácidas, básicas e neutras, sendo para isso necessário saber o seu pH, o qual se representa por um número de 1 a 14.

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Na aula realizámos a atividade, “Couve roxa – indicador de pH caseiro”. Utilizámos a couve roxa, como indicador ácido/base, pois ela muda de cor quando é misturada com outras substâncias. Como reagentes usámos: água da torneira, coca-cola, vinagre, laranja (sumo), detergente da roupa, pasta de dentes, leite, limão (sumo) e limpa-vidros. 

Seguimos o procedimento experimental, sempre com a preciosa ajuda da professora Luísa, e no final pudemos concluir que: a coca-cola, o vinagre, o limão e a laranja pertencem ao grupo das substâncias ácidas; o leite e a água ao grupo das substâncias neutras; a pasta de dentes, o detergente da roupa e o limpa-vidros ao grupo das substâncias básicas.

Esta experiência foi concluída… ansiosos, ficámos à espera da próxima.

Realizado por. Turma do 4º A da Escola EB1 do Espadanal

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Incêndios – Como prevenir…

O tema da nossa aula experimental foi a prevenção de incêndios e conversamos sobre as formas de prevenir e agir em caso de incêndios em casa, na escola ou na floresta.

Aprendemos o que é a combustão, os materiais que a provocam (combustíveis) e o que a torna possível (comburente).

Na experiência 1, colocámos três velas acesas em cima de um tabuleiro e tapamos duas delas com frascos de tamanhos diferentes. Concluímos que as velas apagam-se quando se consome o oxigénio do ar que existe no interior dos frascos.

Na experiência 2, juntamos numa garrafa bicarbonato de sódio e vinagre e aproximámos da chama de uma vela. Rapidamente verificámos que esta se apagava. O gás que se formou no interior da garrafa era dióxido de carbono e ao aproximar da chama apagou-a, porque o oxigénio deixou de estar disponível para manter acesa a chama.

Na experiência 3, juntámos em um frasco bicarbonato de sódio e vinagre que formou dióxido de carbono e num outro frasco misturamos água oxigenada com lixívia que formou oxigénio. Quando colocámos uma vela acesa no primeiro frasco ela apagou-se, ficando apenas o pavio incandescente e ao passar para o segundo recipiente a chama reacendeu. Concluímos que para existir combustão é necessário haver oxigénio e materiais combustíveis.

Gostamos muito desta atividade porque através dela percebemos o que é necessário para haver chama e como apaga-la.

Realizado por: Turma 4º ano da Escola EB1 de Conde Dias Garcia

1,2,3….Ação!!!

Para realizarmos uma ação é necessário que os nossos músculos, ligamentos, tendões, ossos e articulações trabalhem em conjunto.

Nesta aula de ciências falamos sobre os músculos. Aprendemos que são constituídos por fibras musculares e são altamente irrigados por sangue, o que lhes confere uma cor vermelha. São responsáveis não só pelo movimento do nosso corpo mas também pela produção de calor, postura, sustentação corporal e movimento de substâncias como os alimentos, sangue e urina no nosso interior. Podem contrair de forma voluntária e/ou  involuntária, mas sempre comandados pelo nosso cérebro através de impulsos elétricos.

Relembramos que por cima de todas estas estruturas existe o maior órgão do nosso corpo, a pele. Que desempenha também importantes funções de proteção e barreira, controlo da nossa temperatura corporal, excreção de substâncias tóxicas, produção de vitamina D e nos dá o sentido do tato.

Nesta experiência usamos patas de galinha e um alicate. Começámos por analisar todas as estruturas que a constituem, descrevemos o que observamos e até fizemos um desenho. Mas o mais divertido foi usar o alicate para puxar os vários tendões que existem na pata de galinha e assim conseguirmos mexer um dedo de cada vez ou todos de uma só vez.

Aqui estão algumas das nossas opiniões acerca desta experiência.

 

“Esta experiência foi interessante! A pata parecia a mão de um bebé! Quando mexíamos o tendão e dizíamos “Olá” parecia que a pata estava viva.”      

Ana Rosa

“Eu adorei! Tínhamos imensos tendões! Um levantava um dedo, outro levantava todos… Gostava muito que esta experiência se repetisse milhões de vezes. Foi inesquecível!”         

Mariana Fernandes 

“Eu gostei da experiência porque era engraçado ver que a “mão” da galinha tinha um tendão por dedo.”     

Andreia

“Gostei muito desta experiência porque gostei de mexer nos tendões.”    

Luana

“Eu adorei esta atividade porque gosto de ver os tendões e assim compreender melhor o funcionamento do meu corpo.”   

Juliana

“Eu observei que cada tendão tem a sua função para  mexer com a pata da galinha.  Eu gostei da experiência porque consegui perceber o funcionamento dos tendões.”

Maria

“Eu gostei muito porque foi engraçado puxar nos tendões e ver os dedos a mexer.”

Ana Rosa

“Foi fixe e eu adorei! Quando puxei os fios brancos (tendões) corretos os respetivos dedos mexiam.”

Sofia Fernandes

“Observei a pata da galinha e os tendões. Eram muito moles e causavam vários movimentos. Eu gostei porque como trabalhem os tendões era uma grande curiosidade!”       

 Mariane

“Eu gostei de puxar pelos tendões porque os dedos mexiam.”    

Afonso

“Eu gostei desta experiência porque vi como funcionava a pata da galinha e os tendões, com a ajuda de um alicate. “    

Mariana Francisca

“Eu gostei da experiência das patas porque descobri que quando se estica o tendão a pata mexe-se.”

Gustavo

“Eu adorei porque antes não entendia como é que o tendão fazia mexer. Agora já entendo!”     

  Ana Sofia Oliveira

“Eu nunca visto os tendões de uma pata de galinha. E vi que por debaixo da pele tinha músculo!”

Leonor

“Eu gostei da movimentação dos dedos quando puxávamos o tendão!”                  

  Joana

“Eu gostei muito da experiência! Quando puxámos e soltávamos os tendões a pata fechava e abria!”

Ana Rita

“Eu aprendi uma experiência nova! Cada dedo tinha um tendão. E Havia um tendão para abrir e fechar a pata!”

 Andreia

“Eu não sabia que tínhamos tantos tendões! Eu descobri que cada dedo tinha um tendão.”

Ana Silva Pereira

“Eu descobri que cada um dos tendões tinha uma ligação a cada dedo.”

 Rafael

“Gostei de puxar os tendões e vi que eles estavam ligados!”

  Rodrigo

“Eu gostei de puxar os tendões… Foi uma grande descoberta! Foi a primeira vez que vi os tendões!”

  Sofia M. Pinto

“Foi divertido ver as formas que os dedos da pata da galinha faziam quando puxava os tendões.”  

Martim

Realizado por: Turma do 4º ano da Escola EB1 de Casaldelo

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À descoberta do esqueleto!!

Nesta atividade falamos sobre o esqueleto.

Esta estrutura de sustentação pode ser de três tipos nos seres vivos, interno, externo e hidrostático.

Aprendemos que tem como principais funções,  suporte, proteção dos órgãos internos, movimento, produção de células sanguíneas e reserva de minerais.

O esqueleto humano é constituído por 206 ossos esbranquiçados, rígidos e resistentes com formas e tamanhos diversos de acordo com a função que desempenha. Assim sendo, podem ser agrupados em quatro grupos, ossos longos, ossos curtos, ossos planos ou achatados e ossos irregulares.

Relembramos também os nomes dos principais ossos do nosso esqueleto.

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As articulações juntamente com os ligamentos e tendões são responsáveis pelos movimentos do nosso corpo.

Por fim, falamos dos problemas que podem existir nos nossos ossos, como deslocações e fraturas.

As lesões nos nossos ossos podem ser causadas por má alimentação com falta de sais minerais, como cálcio.

Para verificar o efeito de uma alimentação pobre em sais minerais, realizámos duas experiências.

Na primeira experiência, colocámos um osso de galinha em vinagre e um osso em coca-cola durante 15 dias.

Verificámos que o osso em vinagre diminuiu ligeiramente de tamanho e ficou mole e flexível. Já o osso em coca-cola ficou escuro, praticamente não alterou de tamanho e facilmente se partia com as mãos.

Conclusão: Os ossos são duros porque são constituídos por sais minerais, principalmente cálcio. Como quer o vinagre quer a coca-cola retiraram cálcio dos ossos, estes ficaram moles e quebradiços. Para manter os nossos ossos fortes e resistentes devemos ingerir alimentos ricos em sais minerais, como por exemplo queijo, brócolos e iogurtes.

Na segunda experiência quisemos verificar se a casca que protege o ovo de galinha também contém cálcio. Assim sendo, colocámos um ovo em vinagre e um em coca-cola durante 15 dias. 

Verificámos que ovo em vinagre perdeu a casca ficando apenas protegido pela membrana interna flexível, fazendo com que o ovo saltasse em cima da mesa, como uma bola pinchona. O ovo em coca-cola ficou escuro, mas não perdeu a casca, apenas a tornou mais frágil.

Conclusão: A casca do ovo também é constituída por cálcio.

Foi uma experiência muito interessante e divertida!

Realizada por: Turma do 4º ano da Escola EB 1 de Carquejido

 

 

Final de ano letivo…

A última aula de Ciências experimentais (no âmbito do Projeto Pequenos Cientistas Sanjoanenses) dos alunos do

4º C de Ribeiros…

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As fotos:

 

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4ºC de EB1/JI de Ribeiros

Professora Fernanda Fernandes

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