À descoberta do solo

No dia 23 de janeiro, na nossa aula de ciências foi a vez de estudarmos o solo e as suas propriedades. Fomos então à descoberta do solo…  procurando dar resposta à questão problema formulada:

“Qual o melhor solo para o agrião?”

Para realizarmos a atividade experimental precisamos de: 2 amostras diferentes de solo; 3 copos de plástico transparente ou frascos de vidro; 3 filtros de café; balança; lupa; copo medidor e água.

Seguimos todos os passos: misturamos, em partes iguais, o solo arenoso e o argiloso, preparamos três amostras, tendo o cuidado de verificar o peso de cada uma, numeramos, e observamos com a lupa…

…tudo parecia diferente… numeramos, também, os recipientes onde colocamos o papel de filtro e a amostra dos diferentes solos.

De seguida, vertemos 10oml de água em cada um e esperamos… esperamos para verificar o nível de água em cada recipiente. E… há que registar os dados da nossa observação.

Desenhamos para registar o que aconteceu no recipiente que tinha o solo arenoso (recipiente 1), no que tinha o solo argiloso (recipiente 2) e no que tinha a mistura de arenoso com argiloso (recipiente 3). Foi interessante descobrir que o nível da água diferia nos três e ao verificarmos que o recipiente 2 era o que tinha deixado passar menos água…podemos, concluir que o solo argiloso é o melhor para o agrião porque foi o que reteve mais água.

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E assim foi mais uma aventura dos pequenos cientistas da turma B do 2º ano da escola do Espadanal.

Professora Laurinda

As plantas – A influência dos fatores abióticos

A nossa aula hoje foi dedicada ao fabuloso mundo das plantas!

Uma planta completa é constituída por raiz, caule, folha, flores e frutos. Estes seres vivos, para se desenvolverem necessitam de água, sais minerais, ar e luz do Sol.plantas
Existem diversos tipos de plantas, que podem nascer e crescer sem a ajuda do Homem – plantas espontâneas – e outras que podem ser semeadas ou plantadas pelo Homem – plantas cultivadas.
As plantas podem ser usadas para diversos fins, desde o fabrico de medicamentos, passando pela alimentação de vários seres vivos, ornamentação…

Experiência 1: “Será que as plantas da mesma espécie podem viver com níveis de humidade diferentes?”

Colocámos terra em 4 vasos iguais com uma pequena alface e identificámos os vasos com as letras A, B, C e D. O vaso A foi regado diariamente com 4 colheres de água, o vaso B com 2 colheres de água, o vaso C com 1 colher de água e o vaso D não seria regado. Esta tarefa foi repetida durante 15 dias.

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Concluímos que as plantas regadas com maior quantidade de água desenvolveram-se mais, pois a água condiciona o crescimento das plantas. As nossas previsões estavam corretas!!

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Experiência 2: “As plantas necessitam de ar para se desenvolverem?”

Mais uma vez colocámos terra em dois vasos e uma alface em cada um e identificámos com a letra A e B. Tapámos o vaso B com um pequeno saco de plástico preso ao caule, para que não saísse nem entrasse ar. Ficaram na janela 15 dias.

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O vaso A exposto ao ar cresceu normalmente, enquanto a alface do vaso B ficou com uma cor amarelada e com gotículas de água presas ao interior do plástico. Assim concluímos que as plantas precisam de ar para se desenvolverem e respirarem.

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Experiência 3: “De que forma a luminosidade condiciona o crescimento das plantas?”

Foram colocadas três couves nos respetivos vasos A, B e C num local iluminado. O vaso A ficou diretamente exposto à luz solar, o vaso B permaneceu dentro de uma caixa e o vaso C foi colocado numa caixa com uma abertura na tampa. Ficaram 15 dias na janela da sala de aula.

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Podemos concluir que a luminosidade influencia o crescimento das plantas, pois a couve do vaso A cresceu normalmente, a couve do vaso B desenvolveu-se pouco e começou a ficar com o caule e as folhas amareladas e a última couve ficou com o caule inclinado na direção da luz solar (orifício da tampa).

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Conhecer a influência dos fatores abióticos nas plantas foi um tema muito aliciante. Adorámos ser os “cuidadores” destes pequenos seres vivos ao longo de quinze dias, pois assim aprendemos, também, a conhecer e a respeitar o fascinante mundo das plantas.

2.ºA – EB1 do Espadanal

Professora Ana Vinha

As propriedades do ar!

Olá Cientistas!

A atmosfera terrestre é formada por uma massa de gases que envolve todo o planeta.balao_1

Na atmosfera, da qual faz parte o ar, distinguem-se diferentes camadas que, no seu conjunto, desempenham funções essenciais para manter a vida na terra.

O ar é uma mistura de gases. Nessa mistura o azoto é o gás mais abundante, ocupando 78%, do volume total. O oxigénio, outro gás presente no ar, ocupa 21%. Misturado com o azoto, o oxigénio torna o ar respirável.

Finalmente, o dióxido de carbono, vapor de água, o hidrogénio e diversos gases raros estão presentes em muito menor quantidade, cerca de 1%.

Na nossa aula de ciências, do dia 17 de janeiro, a cientista Ana levou-nos à descoberta das propriedades do ar, com a realização de pequenas e divertidas experiências.

Experiência 1:  “Quais são as características do ar? Tem cor, cheiro ou sabor?                                                   Tem peso? pode ser comprimido? Muda de forma?

Materiais necessários:materiais

  • Balança eletrónica
  • Balão de borracha
  • Seringa

Como fizemos:

Cor, cheiro e sabor

1.Recorremos aos nossos sentidos e verificámos se o ar tem cor, cheiro ou sabor.

Peso

2. Pesámos, na balança eletrónica, o balão de borracha vazio.
3. Enchemos o balão de ar e colocámos na balança
4. Registámos o resultado.

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Compressibilidade

5. Puxámos o êmbolo da seringa, para que o ar entrasse para o seu interior.
6. Tapámos o orifício de saída com um dedo e empurrámos o êmbolo.
7. Com o dedo a tapar o orifício e soltámos o êmbolo da seringa.
8. Observámos e registámos o resultado.

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Mudança de forma

9. Puxámos o êmbolo da seringa, para que o ar entrasse para o seu interior.
10. Adaptámos a abertura do balão de borracha ao orifício da seringa e empurrámos o êmbolo.
11. Observámos e registámos o resultado.

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Registo dos resultados:

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Concluímos que:

O ar é incolor, insípido e inodoro.  

O ar tem peso. Este é compressível e apresenta forma variável.

Experiência 2: “O que acontece ao ar quente?”

Materiais necessários:mar

  • Balão de borracha
  • Uma garrafa de plástico
  • Dois recipientes
  • Água quente
  • Água tépida
  • Cubos de gelo

Como fizemos:

1. Enchemos um recipiente com água quente e o outro com água tépida e colocámos cubos de gelo.

2. Ajustámos a abertura do balão no gargalo da garrafa.

3. Colocámos a garrafa dentro de água quente e esperámos um minuto.

4. Colocámos a garrafa dentro de água fria e esperámos um minuto.

Registo dos resultados:

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Concluímos que:

O ar aquecido fica mais leve e sobe e é por isso que enche o balão.

O ar quente é menos denso que o ar frio.

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2ºA – EB1/JI do Parque

Os meios de transporte!

No dia 5 de janeiro de 2017, a nossa aula de ciências consistiu sobre os meios de transporbarcote. Os meios de transporte são usados quando nos queremos deslocar de um lado para o outro.

Os meios de transporte podem ser terrestres, aéreos e aquáticos (marítimos ou fluviais). Alguns transportam mercadorias e outros transportam passageiros. Se pertencerem a um dono são transportes privados mas, se qualquer pessoa puder andar chamam-se transportes públicos.

Na aula a professora Ana mostrou-nos como funciona um avião a jato. Encheu um balão, colocou-lhe uma palhinha e colou-o a um fio e quando cortou a ponta do balão, o avião subiu.

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De seguida, a professora Ana trouxe dois barcos feitos com caixas de ovos, um pau de espetada e a vela era feita de cartolina. Numa bacia com água colocamos os “barcos” e dois alunos seguraram em cada um e outro segurava num secador.

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Observamos que o “barco” que tinha a vela maior andava mais rápido.
Assim foi a nossa aula, que gostamos muito.

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Texto coletivo produzido pelo 2º ano da EB1/JI do Parrinho

Professor José Miguel Dias

Bolachas de Natal!

Olá Cientistas!

Com a chegada do Natal tudo fica tão diferente!

As ruas enchem-se de luzes, enfeites, cânticos e pessoas atarefadas denovo-apresentacao-do-microsoft-powerpoint-2 um lado para o outro, que deixam a cidade num clima de festa acolhedor!

As casas começam a vestir-se de luzes, enfeites, as cozinhas enchem-se de aromas característicos de doces e guloseimas desta época.

As famílias reúnem-se, reencontram-se familiares e amigos.

É Natal, tempo de amor, paz e alegria!

Hoje vamos apreender a fazer uma experiência para tornar o teu Natal ainda mais saboroso! 

Estás preparado?

Materiais necessários:

  • 3 Chávenas de farinhanovo-apresentacao-do-microsoft-powerpoint-2
  • 1 Colher de fermento
  • 1 Colher de sal
  • 200 g de Manteiga amolecida
  • 1,5 Chávenas de açúcar
  • 2 Ovos
  • 1 Colheres de extrato de baunilha.

Como fizemos:

1. Misturámos  todos os ingredientes até obtermos uma massa fácil de trabalhar.
2. Estendemos a massa, com a ajuda de um rolo, até ficar com uma espessura de 0,5 centímetros.
3. Com os cortadores festivos, recortámos as bolachas em forma de pinheiro, estrela, etc…
4. Levámos ao forno, previamente aquecido, a cerca de 180ºC, durante 12 minutos.
5. Polvilhámos com açúcar em pó.

 

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Os pequenos cientistas do 2ºano, da EB1 dos Ribeiros desejam a toda a comunidade escolar um:

Feliz Natal e um Excelente Ano de 2017!

 

À volta dos sentidos! – II

Olá Cientistas!

Os cinco sentidos permitem-nos conhecer o que nos rodeia e distinguir as sennovo-apresentacao-do-microsoft-powerpoint-2sações agradáveis das desagradáveis.

Os olhos, o nariz, os ouvidos, a língua e a pele são os órgãos dos sentidos.

Com os nossos ouvidos, escutamos os sons que nos rodeiam. Escutamos música, a voz dos outros, mas também o ruído desagradável do motor de uma mota. Os ouvidos são os órgãos do sentido da audição.

Com os olhos conseguimos ver as cores, a forma e o tamanho das coisas. Os olhos são os órgãos do sentido da visão.

Nesta aula de ciências, a cientista Ana desafiou-nos a testar o sentido da visão e da audição. Estás curioso?

Experiência 1:“Porque razão pestanejamos?

Precisámos de:novo-apresentacao-do-microsoft-powerpoint-2secador

  • Um secador de cabelo
  • Uma bola de algodão
  • Relógio

Como fizemos?

  1. Observámos, atentamente, os olhos de um colega e descrevemos o que observámos.
  2. Registámos o número de vezes que o colega pestanejou num minuto.
  3. Ligámos o secador na opção de menor calor e dirigimos para o rosto de um colega. 
  4. Observámos e registámos o número de vezes que o colega pestanejou num minuto.
  5. Atirámos uma bola de algodão ao rosto de um colega e observámos a reação.

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Registo dos resultados:

Eduarda (sem secador) – Pestanejou 12 vezes.

Eduarda (com secador) – pestanejou 27 vezes. 

Concluímos que:

Pestanejamos mais vezes com o secador porque o vento faz secar os olhos. Quando um objeto se aproxima do rosto, pestanejamos para proteger os olhos.

Pestanejamos para manter os olhos húmidos e para os proteger dos objetos.

Experiência 2: “Põe-te à prova!”

Precisámos de:novo-apresentacao-do-microsoft-powerpoint-2

  • Folha de papel
  • Marcadores
  • Venda

Como fizemos:

  1. Fizemos um desenho numa folha de papel
  2. Com os olhos vendados, tentámos reproduzir o mesmo desenho noutra folha de papel.
  3. Retirámos a venda e observámos os dois desenhos.

Registo dos resultados:

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Concluímos que:

Para identificarmos as cores dos marcadores usámos os olhos. A este sentido chamamos visão. Os órgãos responsáveis por este sentido são os olhos

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Experiência 3“Descobre o que estás a ouvir!”

Nesta experiência testámos o sentido da audição. Assim, agitámos os frascos de forma a descobrir os materiais que estavam no seu interior.

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Concluímos que:

Para ouvir os sons, usei os ouvidos. Estes permitem-nos ouvir os sons à nossa volta. A este sentido chamamos audição.

Experiência 4: “Quantas imagens vês?!”

Precisámos de:arvore

  • Cartolina
  • Tesoura
  • Cola
  • Um fio

Como fizemos:

  1. Recortámos os dois círculos do desenho.
  2. Colámos os dois círculos de acordo com a imagem.
  3. Com cuidado fizemos dois furinhos nas extremidades.
  4. Passámos um fio em cada furo e prendemos com um nó.
  5. Fizemos rodas o disco e observámos.

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Concluímos que:

São duas imagens mas só conseguimos ver uma.

2º Ano – EB1 das Fontainhas

 

À volta dos sentidos! – I

 

Olá Cientistas!

Nós somos os alunos do 2º ano, da escola EB1 Condes Dias Garcia, e queremos partilhar convosco o que fizemos na aula de ciências.novo-apresentacao-do-microsoft-powerpoint-2

No dia 22 de novembro, a professora de ciências desafiou-nos a testar alguns dos nossos sentidos.

O nosso contato com o mundo é feito através dos sentidos: visão, audição, gosto ou paladar, tato e olfato. Os cincos sentidos ajudam o nosso corpo a perceber o mundo que nos rodeia.
Através da nossa pele, conseguimos sentir as coisas. Esta é o maior órgão do nosso corpo. Se a pudesses tirar e estender, mediria cerca de dois metros quadrados, tendo quase a mesma área do que um colchão de uma cama individual das grandes! Mas é principalmente com as nossas mãos que sentimos melhor. Quando isto acontece, estamos a utilizar o sentido do tato. É através deste sentido que recebemos imensa informação sobre o mundo que nos rodeia, mas nem todas as zonas da pele têm a mesma sensibilidade.

O nariz é o órgão do sentido do olfato ou cheiro. Com ele sentimos os cheiros agradáveis e os desagradáveis.
A nossa língua consegue saborear as coisas, isto é, se são doces ou salgadas, amargas ou ácidas. Quando isto acontece, estamos a utilizar o sentido do gosto ou paladar.

Experiência 1: “O que pode influenciar a sensação de quente e frio?

Precisámos de:

  • 3 Recipientes (por exemplo: 3 garrafões de água cortados)
  • Água quente e tépida
  • Cubos de gelo
  • Termómetro 

Como fizemos:

  1. Identificámos os três recipientes com as letras A, B e C.
  2. No recipiente A colocámos 1,5 litros de água tépida e adicionámos alguns cubos de gelo.
  3. No recipiente B colocámos 2 litros de água tépida.
  4. No recipiente C misturámos água quente com água tépida de modo a termos uma temperatura de 45ºC.
  5. Registámos na tabela a temperatura dos três recipientes.
  6. Colocámos a mão direita no recipiente A e a mão esquerda no recipiente C.
  7.  Contámos até 20 (cerca de 20 segundos). Tirámos as mãos da água e colocámos ambas no recipiente B.

Registo dos resultados:

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Concluímos que:

A sensação de quente ou de frio depende da temperatura a que está a mão.

 

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Experiência 2: “À descoberta dos objetos!”

Precisámos de:

  • Sacos de pano
  • Objetos variados com diferentes texturas

Como fizemos:

  1. Sem espreitarmos para dentro do saco, colocámos a mão e tentámos descrever como era o objeto.
  2. Identificámos o objeto.
  3. Retirámos do saco e verificámos se acertámos!

 

Registo dos resultados:

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Concluímos que:

Para identificar os objetos usámos os dedos da mão.  Através da pele conseguimos distinguir como são os objetos. Este sentido chama-se tato e o seu órgão é a pele

 

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Experiência 3: “Descobre o que estás a cheirar!”

Precisámos de: Copos de plástico, elásticos, etiquetas e cheiros misteriosos.

Como fizemos:

  1. Identificámos o aroma de cada um dos copos.
  2. Registámos na tabela o material que parecia estar dentro do copo.
  3. Destapamos  copo e verificámos o que continha.

Registo dos resultados:

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Concluímos que:

Para identificar os cheiros ou odores usámos o nariz. Este órgão permite-nos sentir os cheiros à nossa volta. O sentido que acabamos de utilizar chama-se cheiro ou olfato. O órgão responsável por este sentido é o nariz.

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Experiência 4: “Sabores misteriosos!”

Na última experiência testámos o sentido gosto ou paladar. Assim, com os olhos vendados tentámos identificar os diferentes sabores (ácido, amargo, doce e salgado) e através deles adivinhar qual o alimento correspondente.

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Concluímos que:

Para sentir os sabores, usei a língua. Neste órgão temos as papilas gustativas, que nos fazem sentir os vários sabores. Este sentido chama-se gosto ou paladar e o seu órgão é a língua.

Por fim, usámos os nossos sentidos para identificar as caraterísticas da nossa amiga urtiga.

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2º Ano – EB1 Condes Dias Garcia

 

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