Sabonetes perfumados!

Quais os hábitos que devemos ter para sermos saudáveis?

O que são regras de higiene? Porque será importante a higiene pessoal?

Estas foram as questões colocadas pela professora Guida e que serviram de mote a mais uma atividade cheia de aventura, que terminou com a elaboração de um pequeno e cheiroso “sabonete perfumado” e um concurso.   12 11

Foi o máximo! A professora Guida começou então por falar sobre a saúde e percebemos que para sermos saudáveis precisamos de ter hábitos saudáveis:

  1. Fazer uma alimentação variada e equilibrada.frutas
  2. Evitar comer doces e alimentos com excesso de sal e de gordura. 
  3. Beber água e evitar os refrigerantes.
  4. Lavar bem os alimentos que comemos crus, por exemplo a fruta.
  5. Praticar exercício físico regularmente.volei
  6. Ter regras de higiene pessoal:
    1. Tomar banho diariamente.
    2. Lavar os dentes após as refeições.
    3. Lavar as mãos antes das refeições, depois de ir ao wc, depois de brincar com os animais, depois de brincar no recreio, quando tossimos para a mão (ou seja quando nos enganamos e tossimos para a mão em vez de ser para o braço) e, claro, lavar as mãos sempre que seja necessário.1-53
    4. Pentear o cabelo.
    5. Cortar as unhas.
    6. Vestir roupa limpa e confortável e o caçado também deve confortável.
  7. Dormir o número de horas suficientes por noite.
  8. Ter uma postura correta, ou seja, devemos andar e estar sentados com as costas direitas.
  9. As vacinas servem para nos proteger de doenças. Assim, o boletim de vacinas deve estar sempre em dia.
  10. Ir ao pediatra, ao dentista e ao oftalmologista com regularidade.
  11. E brincar!

De seguida, fizemos um sabonete perfumado, com glicerina (sólida), corante e essência perfumada.

No final da aula, a professora fez um concurso com perguntas (sobre os hábitos a ter para ser saudável) e todos respondemos acertadamente! Como recompensa todos levámos para casa um pequenino e cheiroso sabonete!

 

As fotos da atividade:

 

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1ºano, EB1/JI de Carquejido

Sensações! (parte 2)

 

Nas aulas dos Pequenos Cientistas Sanjoanenses temos vindo a apurar os nossos sentidos, tais como a visão, o tato, o paladar e o olfato.

Nesta, sentimos o sabor de vários alimentos e aprendemos que o paladar se sente porque temos papilas gustativas na nossa língua. Dependendo do local da língua, as papilas gustativas permitem-nos sentir diferentes sabores, tais como o salgado,  o doce, o ácido e o amargo.497608250

Mas, este sentido que nos permite saborear os alimentos não atua sozinho. O paladar é o resultado de uma parceria entre o nariz e a língua. Quando comemos uma maçã as papilas gustativas reconhecem o sabor doce e, ao mesmo tempo, moléculas odoríficas voláteis viajam até ao nariz. O cérebro junta todas as informações e daí resulta o paladar, neste caso da maçã.

Já reparaste que quando estás constipado, com o nariz entupido a comida não tem o mesmo sabor? Falta o olfato para conseguires sentir o sabor.

E, já te aconteceu sentires o cheiro de um alimento que adoras e começares a salivar? É o organismo a pedir para a pessoa comer! A saliva dissolve os alimentos depois de mastigados e é também uma grande ajuda na tarefa de saborear!

Na nossa aula fechámos os olhos e sentimos o sabor de diferentes alimentos, batata frita, limão, cevada e chocolate. Após cada prova identificámos, num modelo de uma língua, o local onde estão as papilas gustativas responsáveis pelo sabor sentido.

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De seguida, foi a vez de o nariz entrar em ação, cheirámos quatro frasquinhos com cheiros diferentes: vinagre, perfume, orégãos e álcool etílico.

Adorámos esta aula e não chegámos a acordo quanto ao sabor ou cheiro favorito porque afinal “gostos não se discutem”.

 

 

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1º ano, EB 1/JI Parrinho

Professora Filipa Rosário

Sensações! (parte 1)

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No início da nossa aula de Ciências relembrámos o que aprendemos na atividade anterior, ou seja, que as cores primárias são o amarelo, azul ciano e magenta e que elas existem sem a mistura de outras cores. Aprendemos, também, que misturando duas cores primárias obtemos uma cor secundária. Assim, as cores secundárias são o laranja (amarelo e magenta), verde (azul ciano e amarelo) e violeta (azul ciano e magenta).

Depois, realizámos duas atividades: na primeira fizemos o jogo das sensações e na segunda confecionámos plasticina brilhante.

A professora Guida distribuiu vários objetos: novelo de lã, pedaço de madeira, banana e uma laranja. Todos manuseámos os objetos e descobrimos diferentes sensações: macio, rugoso, liso, frio, quente, duro e mole. Esta tarefa terminou com a colagem de autocolantes no nosso manual de Estudo do Meio.

De seguida, fizemos plasticina brilhante!

Para a confecionarmos utilizámos os seguintes ingredientes: farinha, água quente, sal, óleo alimentar, corante alimentar e purpurinas. Primeiro medimos 8 copos de farinha e deitámos numa bacia, depois adicionámos 3 copos de sal e mexemos. Juntámos 4 colheres de sopa de óleo alimentar, algumas gotas de corante alimentar e 2 copos de água bem quente. Temos de vos dizer que foi a professora a colocar a água quente, pois só os adultos o podem fazer. Por fim, amassámos, juntámos as purpurinas e voltámos a amassar. E, eis que chegou o momento pelo qual todos esperavam, o bocadinho de plasticina brilhante para brincar. A plasticina estava quentinha, era mole e macia. Guardámo-la num saco de plástico para ela se manter muito manuseável e para podermos reutilizá-la vezes sem conta e não endurecer!

No final da aula fizemos um desenho da experiência e encontrámos o caminho para a plasticina num labirinto.

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1º ano, EB 1 Fundo de Vila

Professora Laura Ferreira

Sementes Mágicas!

Olá amigos!

Somos os pequenos cientistas do 1ºA, da escola EB1 Conde Dias Garcia, e vamos contar o que aprendemos na última aula de ciências.31908373-happy-cartoon-kids-spring-activities

Tal como os animais, também as plantas são seres vivos, pois nascem, crescem, vivem, reproduzem-se e morrem. Assim, a cientista Ana começou por nos ensinar que um planta completa é constituída por raiz, caule, folha, flor e fruto. 

Para ficarmos a conhecer melhor o Reino das Plantas fomos desafiados a realizar as seguintes experiências:

Experiência nº 1:

“Conhecem alguma semente? Será que as sementes são todas iguais?”

Para encontrarmos a resposta a estas questões formamos conjuntos de sementes tendo em conta a cor, o tamanho, a forma e a textura de cada uma.

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Concluímos que:

As sementes apresentam cor, tamanho, forma e textura diferentes.

Experiência nº 2:

“De que precisam as sementes (feijões) para germinar?”

Precisámos de:

  • 4 Vasos
  • 12 Feijões
  • Água
  • Terra para jardim

Como fizemos:

  1. Colocámos a mesma quantidade de terra nos quatro vasos.
  2. Identificámos os vasos com as letras A, B, C e D.
  3. Colocámos em cada vasos 3 feijões, à mesma profundidade.
  4. Adicionámos um pouco de água nos vasos B, C e D.
  5. Colocámos os vasos A, B e C junto à janela da  nossa sala.
  6. Colocámos o vaso D num local escuro.

A nossa previsão:

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O que verificámos:

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O que concluímos:

As sementes dos vasos B, C e D  germinaram.

As sementes do vaso A não germinou por falta de água.

Para germinarem, as sementes precisam apenas de água.

Experiência nº 3:

“Será que é possível encontrar cravos azuis?”

Precisámos de:

  • 3 Cravos brancos
  • 3 Garrafas de plástico vazias
  • Água
  • 3 Corantes alimentares, de cor azul, verde e vermelho.

Como fizemos:

  1. Colocámos um pouco de água e algumas gotas de corante, com o objetivo de a água ficar muito colorida.
  2. Colocámos um cravo branco em cada uma das garrafas.

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O que verificámos:

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Concluímos que:

Dentro do caule das flores existem tubos fininhos que as ajudam a sugar a água. Quando colocamos uma flor dentro de água, esta é puxada para o interior desses tubos. À medida que a água sobe, vai puxando mais água do fundo. As nervuras das pétalas destas flores vão mudando à medida que a água chega até elas e vão ficando cada vez mais coloridas à medida que recebem mais água.

Experiência nº 4:

“Como ficarão as folhas de alho-francês se juntar açúcar à água?”

Precisámos de:

  • Algumas folhas de alho-francês
  • 2 Copos com água até meio
  • Açúcar
  • Uma colher

Como fizemos:

  1. Identificámos os copos com A e B.
  2. Juntámos 4 colheres (de sopa) de açúcar no copo A.
  3. Misturámos bem até se dissolver todo o açúcar .
  4. Colocámos duas ou três folhas de alho-francês em cada copo.
  5. No dia seguinte, provámos um pedaço das folhas que estiveram no copo A e outro pedaço das que estiveram no copo B.

A nossa previsão:

As folhas do copo A têm um sabor doce e as do copo B, amargo.

 

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O que verificámos:

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  • As folhas do alho-francês que se encontravam no copo A ficaram doces.
  • As folhas do alho-francês que se encontravam no copo B continuaram amargas.

Conclusão:

As folhas do alho-francês ficam doces se adicionarmos açúcar à água. 

 

Escola EB1 Conde Dias Garcia

Professora Isabel Abelheira

 

Os animais

Olá Cientistas!

Nós somos os alunos do 1º ano, da escola E.B.1 de Carquejido, e queremos partilhar convosco o que fizemos na aula de ciências.

No dia 4 de maio, a cientista Ana trouxe para a nossa aula um tema que nós adoramos: “Os animais”.

Começamos por agrupar os animais em:

Domésticos: como o cão, o gato, canário, coelho e os peixes, pois vivem perto das pessoas, em casa ou nas quintas. Estes animais fazem companhia e podem fornecer alimento (ovos, carne, leite).

Selvagens: como o leão, o tubarão e a águia, pois vivem na selva.

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De seguida agrupamos os animais segundo o local onde vivem e o modo como se deslocam:

Na terra: como o cão e o gato, deslocando-se a caminhar.

Na água: como o tubarão e o peixe palhaço, deslocando-se a nadar.

No ar: como o canário e a águia, deslocando-se a voar.

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Por fim, classificamos os animais segundo o revestimento do corpo.

Há animais que estão cobertos por pele:

nua: os anfíbios, como as rãs.

com pelos: os mamíferos, como o elefante.

com escamas: os répteis e peixes, como a iguana e o tubarão.

com penas: as aves, como a águia.

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Descobrimos, ainda, que todos os animais nascem de ovos, exceto os mamíferos, como o cão, o gato, a baleia que nascem do ventre da mãe.

Concluímos que:

Os animais são seres vivos porque nascem, crescem, respiram, alimentam-se, reproduzem-se e morrem.

Por fim, fizemos comedouros para os passarinhos da nossa escola e penduramos nalgumas árvores.

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Precisamos, então, de:

– sementes, água quente, bacia, gelatina neutra, colher metálica, rolo de papel, papel de alumínio, palitos, fio e formas de biscoitos.

Como fizemos:

  1. Aquecemos a água no fervedor e adicionámos à gelatina na bacia. Seguidamente, adicionámos as sementes e mexemos muito bem.
  2. Colocámos a mistura na forma, previamente forrada com papel de alumínio, e no centro colocámos um palito.
  3. Deixámos solidificar à temperatura ambiente. Desenformámos, cuidadosamente, as sementes com gelatina.
  4. Retirámos o palito e passamos um fio pelo buraquinho que lá ficou. 

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Foi uma aula muito divertida. ADORAMOS!

1ºA – Escola EB1 de Carquejido

Professora Carla Figueiredo

O tempo que faz!

Começamos a aula a falar sobre as estações do ano e das suas características. Seguidamente a professora de ciências colocou a seguinte questão:

“Como conseguimos manter um boneco de neve (gelo) durante mais tempo?”

Material necessário:boneco

  • 5 cubos de gelo iguais;
  • 5 bolsas plásticas com fecho;
  • 1 retângulo de folha de jornal;
  • 1 retângulo de folha de alumínio;
  • 1 retângulo de película aderente ou plástico.
  • 1 retângulo de tecido de lã.

Procedimento:

  1. Colocar os cubos de gelo nas bolsas de plástico e fechá-las.
  2. Com os vários retângulos, cobrir, ao mesmo tempo, as bolsas de plástico. Uma delas fica sem revestimento.
  3. De 5 em 5 minutos verificar como está o gelo.
  4. Esperar até todos os cubos fundirem (derreterem).

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Após a realização da experiência chegamos à conclusão de que teríamos de vestir o nosso boneco com lã, só assim é que ele ficaria de “pé” mais tempo, seguindo-se o jornal, a folha de alumínio e por último a película aderente.

Na segunda parte da aula construímos um pluviómetro com um garrafão de água. O pluviómetro é um instrumento que serve para medir a quantidade de chuva que cai numa dada área.

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Com esta aula aprendemos uma das mudanças de estado físico: a fusão!

A nossa aula foi muito bonita e interessante.

 

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1ºB – Escola EB1 de Casaldelo

Professora Salomé

Dissolve ou não dissolve?!

A turma do 1ºA da EB1 de Casaldelo realizou a experiência “O que será que acontece aos materiais quando os misturamos com água”, no dia 4 de abril do presente ano letivo.

Nesta atividade utilizámos diversos materiais, como: sal, açúcar, arroz, azeite para descobrirmos se eram solúveis ou insolúveis.

Inicialmente um grande grupo achava que o sal, o açúcar e o azeite dissolviam-se e o arroz não.

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Depois da experiência acabada, a turma ficou muito admirada com o resultado final, ao constatar que o azeite e o arroz não se dissolviam e o açúcar e o sal dissolviam.

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Na segunda parte da aula a professora de ciências colocou-nos as seguintes questões:

“O que terá acontecido ao sal que deitamos na água?”

“Será que é possível recuperar o sal?”

Para encontrámos as respostas às questões, colocámos algumas colheres de água salgada numa taça e deixámos em repouso durante alguns dias. Para nosso espanto, a água desapareceu (evaporou) e o sal ficou no fundo da taça. Com esta experiência observámos o que acontece nas salinas.

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Por fim, repetimos a experiência para a mistura de água e açúcar, usando igual quantidade de água norma e de água gelada. Concluímos que em água norma, o açúcar dissolveu-se mais depressa do que em água gelada.

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                                                                                                              1ºA – EB1 de Casaldelo

                                                                                                                Professora Alexandra

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