Cientistas em ação – Células vegetais e microalgas!

               No dia nove de janeiro tivemos mais uma aula de ciências, onde utilizamos o microscópio ótico para observar células de epiderme de cebola e de microalgas.

                Antes de iniciarmos as atividades experimentais, a professora esteve a conversar connosco sobre as células vegetais e até nos mostrou fotografias onde pudemos observar o núcleo das células.

                De seguida, estivemos a ver a preparação permanente, ao microscópio, de células de epiderme de cebola. Concluímos que todas as suas células têm núcleo e que são mais fortes que as nossas células. Depois, fizemos o desenho do que vimos.

Logo a seguir, a professora iniciou as preparações temporárias. Colocou numa lâmina uma folha de elódea e observamo-la ao microscópio. Dentro das células da folha desta planta aquática existe clorofila, o que lhe permite fazer a fotossíntese. Em seguida, pegou numa lâmina, colocou lá uma gota de microalga , pôs uma lamela por cima da gota e fomos vê-la ao microscópio. Concluímos que as células das microalgas não estão tão próximas umas das outras como as da elódea. No final das observações, desenhamos tudo o que vimos.

                Esta aula foi muito interessante, porque sentimo-nos verdadeiros cientistas a observar as preparações microscópicas, as quais nos revelaram os maiores segredos das plantas!

 

Trabalho realizado pelo 3º A da  Escola EB1 do Parrinho 

Ver ao microscópio… células da boca!

No dia 19 de outubro, os alunos do 3º B da escola do Espadanal realizaram uma experiência, com a professora Luísa, onde puderam ver ao microscópio as células e a saliva da boca.

Os materiais utilizados para a sua realização foram: microscópio ótico, lâmina, lamela, cotonetes e conta-gotas. Como reagentes utilizou-se uma células da boca e azul-de-metileno.

Os alunos iniciaram a experiência passando o cotonete no interior da bochecha, esfregando suavemente, de modo a que algumas células e saliva ficassem retidas no algodão. Passou-se um dos cotonetes na lâmina e foi acrescentada uma gota de azul-de-metileno em cima dos resíduos de saliva. Depois colocou-se a lamela de vidro em cima do esfregaço e finalmente foi retirado o excesso de corante com papel absorvente.

O resultado da experiência foi bastante interessante porque permitiu observar as células da boca.

 

Células do epitélio bucal coradas com azul de metileno

 

 

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